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Conheça o Pokemon Go, a nova febre dos smartphones

Conheça o Pokemon Go, a nova febre dos smartphones

Pokemon Go foi lançado no último dia 5, nos EUA, Nova Zelândia e Austrália, e já se tornou uma febre em menos de duas semanas.

No Brasil, os fãs da saga estão ansiosos para a chegada do game de realidade aumentada no país.

Mas o que Pokemon Go possui de tão especial para conseguir viralizar milhões de usuários em tão pouco tempo, sendo mais utilizado que o WhatsApp nos EUA?

Trata-se de um jogo de realidade aumentada, ou seja, o aplicativo utiliza a câmera e o sistema de GPS do smartphone, que reconhece o mapa da cidade conforme o jogador desloca-se por ela, caçando os monstros que encontrar pelo caminho.

O game é tão viciante, que se tornou relativamente perigoso, pois esta semana, um jovem americano foi assaltado enquanto jogava nas ruas, levando uma facada no ombro, e mesmo ferido, continuou sua caça pelos monstros, e só procurou um hospital alguns minutos depois.

De fato, o game tira muito a atenção do jogador, portanto, toco cuidado é pouco para evitar diversos tipos de acidentes.

Em uma divertida ocasião, crianças pediram para entrar na casa de vizinhos para ter acesso ao pátio nos fundos da residência, pois no terreno encontrava-se um monstro e eles precisavam caçá-lo a todo custo.

O aplicativo está disponível para Android e iOS, contudo, não existe previsão para lançamento no Brasil, pois o sucesso foi maior que o esperado, e os servidores não iriam suportar o sistema do game online, em todo o mundo, neste momento.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Google anuncia os aplicativos instantâneos: economia de armazenamento sem downloads

Google anuncia os aplicativos instantâneos: economia de armazenamento sem downloads

A média mundial da utilização de aplicativos para smartphones e tablets fica em torno de 60 por usuário, e o Brasil é um dos países onde as pessoas mais usam aplicativos no mundo, perdendo apenas para os EUA.

Atualmente, existe uma grande variedade de aplicativos nas lojas virtuais, e grande parte deles são gratuitos, fator que induz o usuário a experimentá-los em grande quantidade.

O grande problema se encontra na capacidade de armazenamento dos aparelhos, que dependendo da sua configuração, acaba por comprometer a qualidade do funcionamento, além de lotar a tela com uma infinidade de ícones.

Foi pensando nisso, que o Google teve a grande ideia de possibilitar aos desenvolvedores de aplicativos, a possibilidade de criá-los de tal forma, que eles não precisem ser instalados no aparelho, economizando o armazenamento consideravelmente.

O princípio é bastante simples, pois o usuário terá acesso ao aplicativo através do navegador.

O ponto negativo desta nova tecnologia é a necessidade de estar conectado para a utilização, levando em conta países como o Brasil, onde os pacotes de internet são caros e com baixa duração.

A boa notícia para os desenvolvedores, é que a adaptação dos aplicativos no modelo tradicional será facilmente adaptável para o novo sistema, com um dia de trabalho no máximo.

Agora nos resta esperar pra saber se a Apple também vai aderir a esta nova tecnologia de aplicativos instantâneos,

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

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Os perigos dos comandos de voz nos smartphones

Os perigos dos comandos de voz nos smartphones

Os comandos de voz nos smartphones tornaram-se uma realidade, e trouxeram ainda mais praticidade na correria do dia a dia das pessoas.

Infelizmente, a evolução tecnológica também abastece os criminosos virtuais de novas opções para aplicar golpes virtuais, como relataram alguns pesquisadores de segurança da internet.

Foi descoberto um vídeo no YouTube, com imagens de gatinhos de estimação, mas na verdade, este conteúdo possui um áudio quase imperceptível ao ouvido humano, dependendo do ambiente que o link for reproduzido, contudo, um smartphone é capaz de identificar esta emissão sonora, que nada mais é do que um comando de voz com um timbre de voz tenebroso, onde o áudio ordena o aparelho a abrir determinada página, que na verdade esta infectada, e a partir deste momento, o criminoso tem acesso ao seu sistema móvel.

Segundo Micah Sherr, professor da Georgetown University, a efetividade do golpe não é das melhores, porém, se o vídeo for reproduzido 1 milhão de vezes perto de smartphones com a Google Now ou a Siri ativos, estima-se que em torno de 10 mil aparelhos poderiam estar infectados.

A frase citada no vídeo é condensada, resultando num efeito sonoro com um tom de voz demoníaco, fazendo com que o usuário nem consiga entender o que é dito.

Uma das frases reproduzidas no vídeo é “Ok Google, Open xkcd.com”.

Os pesquisadores também relataram que, caso os criminosos tenham acesso aos ins e outs de um software comandado por voz, é possível criar comandos de voz ainda mais difíceis de ser percebidos por um ouvido humano.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Facebook Messenger avalia o uso de conversas autodestrutivas

Facebook Messenger avalia o uso de conversas autodestrutivas

Há alguns anos atrás, quando o Orkut ainda era o fenômeno das redes sociais, era difícil imaginar o seu fim, devido ao gigantesco sucesso consolidado na época.

É impossível prever qual será o futuro das redes sociais, mas já sabemos que a todo momento surgem novidades, como o recente sucesso do Snapchat, e as constantes atualizações das demais redes sociais, que estão sempre buscando melhorias para não perder espaço para os concorrentes.

O Facebook, que em 2013, fez uma proposta de compra do Snapchat, e não conseguiu realizar o negócio, está atento às ferramentas do já bem sucedido aplicativo, e decidiu incorporar alguns recursos de sucesso do concorrente..

Um dos recursos que está sendo testado no Facebook Messenger, são as conversas autodestrutivas, onde os usuários podem predefinir o tempo de existência do bate papo, ou seja, torna-se possível “cronometrar” a conversa, com o tempo que o usuário quiser, e a conversa é excluída automaticamente após este período.

Segundo David Marcus, responsável pelo aplicativo do Facebook, a possibilidade de implementação das conversas autodestrutivas, não é idealizada pelo fato do aplicativo Messenger ser inseguro, pelo contrário, ele garante que o aplicativo possui um forte sistema de segurança, porém, ele considera o recurso importante para determinadas conversas onde o conteúdo é mais sério ou sensível, explica.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

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Nova atualização do Facebook permite o download de vídeos postados

Nova atualização do Facebook permite o download de vídeos postados

Há algum tempo o Facebook tornou automática a reprodução dos vídeos postados no feed de notícias. Contudo, é bem provável que não tenham pensado que nem todos os usuários possuem um bom plano de dados de internet móvel para usufruir deste sistema de forma satisfatória.

Reconhecendo esta realidade, foi criada e divulgada uma nova atualização, com lançamento previsto para 11 de julho, próxima segunda-feira, que permitirá ao usuário realizar o download destes vídeos quando estiver conectado a um sinal de Wi-Fi, para poder assisti-los posteriormente, quando estiverem com baixo sinal de internet móvel, ou até mesmo desconectados.

Visando evitar problemas futuros com a pirataria, não será possível a realização dos downloads para armazenamento na memória do aparelho, portanto, para acessar o conteúdo, somente dentro do aplicativo do Facebook.

As demais publicações realizadas por perfis pessoais ou páginas continuarão sendo acessíveis offline, exceto os casos em que o administrador da publicação configure para impedir o acesso desconectado.

Esta novidade será aplicada somente em países em desenvolvimento, como é o caso da Índia, e provavelmente será aplicada no Brasil, pois além de ser um país em desenvolvimento, possui uma péssima conexão de internet móvel, comparando-o com países como os EUA.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

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