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Chrome reativa a extensão que mostra quem espionou seu Facebook

Chrome reativa a extensão que mostra quem espionou seu Facebook

Um plugin do Chrome que permite o usuário do Facebook saber quem andou mexendo no seu perfil está de volta.

Chamado de Facebook Flat, o plugin fez muito sucesso em 2015, porém, foi banido por pressão do Facebook.

Na atual versão, o desenvolvedor afirma que você terá acesso aos usuários que “provavelmente” acessaram o seu perfil, mas tudo indica que isto seja uma forma de despistar seu real objetivo, evitando o risco de não ser  banido novamente.

A interface do plugin mudou bastante, com palavras dando lugar a ícones coloridos.

O antigo “Profile Visitours” se transformou em um enorme binóculo, e a frase que antes dizia:  “pessoas que mais visitaram o seu perfil” foi trocada  por  “usuários que provavelmente visitaram o seu perfil e interagiram com você com mais frequência”.

Como já citamos anteriormente, o novo plugin não deixa claro sua função como um todo, dando margem a mais de um entendimento.

Rof Tentik, criador da extensão, revelou que a frase foi mudada por um pedido feito pelo Facebook para autorizar o plugin, e segundo Rof, agora está tudo esclarecido e não haverá problemas novamente.

Como usar?

O Google Chrome possui diversos plugins que podem ser baixados gratuitamente em https://chrome.google.com/webstore.

Após a instalação irá surgir um botão de liga e desliga no canto superior esquerdo do Facebook.

Quando o usuário for usar a extensão, basta ligá-la e automaticamente surgirá um binóculo no menu onde você poderá revelar quem anda vasculhando seu perfil.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Netflix lança ferramenta para usuários controlarem o consumo de dados

Netflix lança ferramenta para usuários controlarem o consumo de dados

Por mais que o grande foco dos usuários do Netflix seja a utilização do serviço de streaming no WiFi de suas residências, grande parte destes assinantes utilizam o Netflix nos smartphones, através do seu pacote de dados.

O problema nesta forma de uso é o alto consumo de dados no carregamento dos conteúdos, e por melhor que seja o seu plano de internet, ele não irá dar conta do recado, se você usar o Netflix através do plano de dados diariamente.

Foi pensando nisso que o Netflix criou uma  nova ferramenta, que possibilita ao usuário selecionar a qualidade do vídeo carregado, viabilizando um maior controle nos gastos de sua internet móvel.

A novidade já está disponível para Android e para iOS.

De forma pré definida, o Netflix identifica automaticamente o padrão de qualidade da sua internet móvel e a qualidade do vídeo, equilibrando-as.

Basta clicar no ícone da parte superior da tela, selecionar “App setings” e logo após, “Data usage”.

A nova ferramenta traz cinco opções de configuração:

-Off: Só realiza o streaming quando tiver conectado via Wi-Fi.

-Baixa: Carrega o streaming com cerca de quatro horas por GB (0,55MB por segundo)

-Média: Carrega o streaming com cerca de duas horas por GB ( 1,1MB por segundo )

-Alta: Carrega o streaming com  cerca de uma hora por GB ( 2,2MB por segundo )

-Ilimitada: Carrega o streaming sempre com a melhor qualidade possível.

Lembrando que, em acesso por rede Wi-Fi, não existe a limitação de qualidade.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Acidentalmente, cientistas descobrem uma bateria que pode durar infinitamente

Acidentalmente, cientistas descobrem uma bateria que pode durar infinitamente

O surgimento dos smartphones foi um divisor de águas, no sentido de facilitar a vida das pessoas com todas as praticidades que os modernos aparelhos passaram a nos possibilitar.

Contudo, um problema encontrado na maioria desses aparelhos: a duração da bateria.

Já se foi o tempo em que carregávamos nosso celular e sua bateria durava dias, a ponto de esquecermos de recarrega-la.

Todo proprietário de um smartphone já sabe que, ao chegar em casa deverá colocar seu aparelho para carregar a bateria, ou irá ficar na mão.

A boa nova com relação às baterias é que, acidentalmente, cientistas da Universidade da Califórnia descobriram uma nova forma de produzi-las, de forma que elas durem quase que eternamente.

Os pesquisadores substituíram o lítio usado na fabricação das baterias por uma mistura de nanotubos de ouro banhados em gel eletrolítico.

Essa experiência já havia sido testada anteriormente, mas o resultado não era satisfatório porque os nanotubos de lítio se corroiam após milhares de ciclos de carregamento.

A forma encontrada acidentalmente pelos cientistas, foi revestindo o ouro, que até então corroía, com uma camada de dióxido de manganês, e colocando um gel eletrolítico no lugar do lítio.

Após este processo, percebeu-se que a corrosão tinha sido estancada, solucionando o principal problema, que até então não se obtinha soluções.

Durante 3 meses de testes e milhares de recargas, a bateria estava praticamente intacta, com somente 5% de alteração na sua composição.

O problema que poderia, de fato, inviabilizar o avanço da descoberta, é o alto custo da produção com o ouro, todavia, os cientistas já buscam alternativas no níquel, um metal mais em conta, e que facilitaria os custos dos fabricantes que aderissem a esta nova e surpreendente tecnologia.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Justiça brasileira bloqueia o WhatsApp por 72 horas

Justiça brasileira bloqueia o WhatsApp por 72 horas

Um juiz sergipano, da cidade de Lagarto, determinou o bloqueio do aplicativo WhatsApp, hoje, 2 de maio, a partir das 14h, em todo o território nacional.

Trata-se do mesmo juiz que prendeu o vice-presidente do Facebook na america latina, em março deste ano.

O magistrado alega que o WhatsApp não colaborou nas investigações da policia federal com crimes relacionados ao tráfico de drogas em sua comarca, em que os traficantes mantinham conversas através do aplicativo.

As operadoras de telefonia móvel do país foram intimadas a cumprir a ordem de bloqueio, e o não cumprimento levará a aplicação de uma multa de 500 mil reais por dia.

Esta é uma questão que dividiu muitas opiniões. Tudo começou quando a Apple não colaborou com o desbloqueio de um Iphone de um terrorista que cometeu um atentado nos EUA.

A maior preocupação da Apple,e agora também do WhatsApp, é que futuramente qualquer caso na justiça, independente de sua relevância, ganhe o direito de quebra de sigilo por parte das empresas prestadoras de serviços, o que poderia causar uma grande confusão no futuro.

O WhatsApp passou a criptografar todas as mensagens de seus usuários; ou seja: nem mesmo a própria empresa criadora do aplicativo seria capaz de desvendar a mensagem após criptografada, fato que, em tese, solucionaria o problema do WhatsApp, em ter a obrigação de liberar conteúdo de determinada conversa.

Agora nos resta esperar e ver como será o desenrolar desta história.

Enquanto isso, os usuários migram para o Telegram e outros aplicativos de bate papo, para não perder a comunicação com seus contatos.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Google fez proposta para comprar o Telegram

Google fez proposta para comprar o Telegram

 

Vazou na mídia internacional a informação de que o Google fez uma proposta de 1 bilhão de dólares para comprar o maior rival do WhatsApp, o Telegram.

Segundo as fontes que relevaram a tentativa do negócio, o CEO do Telegram, Pavel Durov, parece realmente acreditar na continuação do crescimento de seu aplicativo de bate papo, pois ele foi curto e grosso com Sundar Pichai, CEO da Google, informando-o que o negócio não teria a menor chance de evoluir.

Houveram rumores num passado recente, que o Google já havia tentando comprar o WhatsApp, antes de sua compra ser efetuada pelo Facebook.

Não é de hoje que a Google busca alternativas para criação de um novo aplicativo de bate papo, para entrar na briga com o WhatsApp e o Messenger, de Mark Zuckerberg.

Tudo indica que a Google busca a atualização, ou até mesmo a substituição do seu aplicativo Hangouts.

Há alguns meses citamos aqui no nosso blog, que a Google estaria investindo pesado na criação de um aplicativo de bate papo offline.

Algo parecido com o antigo SMS, porém, totalmente reformulado, com funções semelhantes ao WhatsApp e ao Telegram, entretanto, sendo seu uso debitado nos créditos de seu plano de internet móvel, junto sua operadora.

Ainda não se sabe se houve a desistência deste projeto, ou se ele pode surgir como uma surpresa a qualquer momento.

Enquanto aguardamos novidades, Mark Zuckerberg continua tranquilamente no topo, quando o assunto é bate papo em mídias sociais.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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