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Instant Articles: links postados no app do Facebook abrirão com muito mais velocidade

Instant Articles: links postados no app do Facebook abrirão com muito mais velocidade

Você já reparou que alguns links anunciados no Facebook carregam muito mais rápido que o normal? Isso acontece devido ao Instant Articles: uma nova ferramenta de marketing que já estava disponível para alguns sites, a convite do Facebook, e a partir de 12 de abril qualquer site poderá usufruir da novidade.

Como funciona

“O princípio é muito simples”, disse Josh Roberts, gerente de produtos do Facebook. O link de determinada página, anunciado através do Instant Articles, fica pré carregado quando atualiza-se o feed de notícias, através da liberação de alguns códigos do site em questão. Por isso, quando alguém clicar no link ele carregará de forma quase instantânea, mesmo quando a conexão de um smartphone estiver ruim, por exemplo.

Vantagens

Obviamente, esta foi mais uma sacada empreendedora do Facebook, pois nenhuma empresa vai querer ficar de fora do Instant Articles quando perceber que a concorrência já desfruta desta vantagem, algo que acabará atraindo ainda mais usuários e anunciantes.

Nem todo mundo possui uma internet 4G de alta velocidade em seus smartphones. Por isso, nem todos investem seu tempo precioso carregando um link no qual nem se sabe se, de fato, haverá real interesse em acessá-lo.

Os resultados da nova ferramenta são bastante positivos. Segundo Josh, estes links passaram a receber um número bem maior de cliques, levando-os a ter maior prioridade na fila do feed de notícias!
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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil.  Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Facebook e as “reactions”: o que muda no relacionamento

Facebook e as “reactions”: o que muda no relacionamento

Desde o lançamento do Facebook, as formas de interação nos posts sempre foram na forma de comentários e através do botão curtir. Entretanto, com o passar do tempo os usuários perceberam que em determinados posts existia uma necessidade de expor o que estavam sentindo de maneira mais específica, que não fosse “curtindo”, exclusivamente.

Nos últimos dias, o Facebook registrou postagens de um vídeo filmado na Argentina, no qual muita gente ficou revoltada ao assisti-lo. Tratava-se de um filhote de golfinho que encalhou na beira da praia, e os banhistas, ao invés de coloca-lo imediatamente de volta a água e salvar sua vida, o levaram até a areia e fizeram dezenas de selfies com o animal agonizando, resultando na sua morte.

Numa situação como esta, fica evidente que, caso houvessem diferentes opções de demonstrar sua reação frente a esta situação, como algum botão de indignação ou irritação, seria bastante utilizado pelos usuários.

Após ouvir muitos feedbacks de pessoas que pediam a opção “não curtir”, Zuckerberg chegou a conclusão que era uma boa ideia sim. Porém, seria ainda mais interessante se fossem definidas mais reações, e para isso realizou testes em diversos países com variadas reações, e desta forma conseguiu identificar as reações que foram mais úteis e mais utilizadas, aplicando nesta semana mais cinco novas reações. São elas: Amei, haha, uau, triste e bravo.

A equipe do Facebook identificou que as pessoas acessam as mídias sociais muito mais tempo através dos smartphones, na maioria das vezes fora de casa devido ao trabalho e compromissos do seu dia, e por isso concluíram que, existindo uma forma rápida de expressar o que o usuário sente ou pensa de determinado post, seria muito mais prático do que um comentário.

Mais feedback para as marcas

A novidade também será muito positiva para as páginas das empresas, pois as reações trarão opiniões muito mais específicas quanto a percepção de seus clientes em relação às postagens, facilitando a elaboração de novas estratégias de conteúdo conforme o feedback dessas reações.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil.  Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Netflix armazenará todo seu conteúdo em nuvem: entenda por quê

Netflix armazenará todo seu conteúdo em nuvem: entenda por quê

Devido ao gigantesco crescimento nos últimos anos, a Netflix modificou seu sistema de armazenamento de dados. Há algum tempo que essa transição é feita gradativamente e, agora em 2016, a operação foi totalmente concluída.

Nos horários de pico, a Netflix domina 40% de banda da internet, superando números de Facebook e Youtube. O grande motivo desta mudança é a maior eficiência da nuvem no processamento de dados.

Utilizando somente seus datacenters, provavelmente a Netflix perderia em velocidade de carregamento, com grande possibilidade da qualidade cair ainda mais com o passar do tempo, devido ao número de assinantes que não para de crescer, e ao tempo de acesso diário de cada usuário também continuar numa crescente.

Os usuários que possuem uma boa conexão de internet podem ficar tranquilos, porque a qualidade dos serviços continuará existindo.

Por quê a nuvem?

“A Netflix continua a evoluir rapidamente, incorporando novos recursos e gerando volumes de dados cada vez maiores. Teria sido extremamente difícil suportar esse crescimento tão acelerado em nossos próprios datacenters. Nós simplesmente não teríamos conseguido aumentar a capacidade de servidores com a velocidade necessária”, explica a companhia.

São utilizados os serviços de cloud do Google e Amazon.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil.  Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Novo layout do Google Adwords: quais as vantagens e desvantagens?

Novo layout do Google Adwords: quais as vantagens e desvantagens?

Os anúncios da coluna da direita foram extintos e as primeiras posições mostram, agora, 4 anúncios em vez dos 3 de até então

Uma recente atualização no layout das páginas de resultados do Google trouxe insegurança para muitos anunciantes. Como saber, de fato, a melhor estratégia de adaptação às mudanças ocorridas?

Entendendo as mudanças

Os anúncios pagos que eram expostos no lado direito da tela, ao lado dos anúncios da busca orgânica, deixaram de existir. Contudo, foi criada uma quarta e última colocação nos anúncios pagos que encontram-se na parte superior da tela. Os 3 últimos anunciantes da parte inferior da tela permaneceram da mesma forma.

Sendo assim, os anúncios que foram extintos do lado direito da tela, passam a disputar colocações com os anunciantes da parte superior e inferior. Exemplificando, se o anúncio encontrava-se na primeira colocação na parte direita da página, teoricamente ele passa a “disputar” a primeira colocação da parte inferior da primeira página e, em muitos casos, será movido para a segunda página (dependendo do seu índice de qualidade e lance máximo).

Ou seja, estas novidades geram uma nova disputa pelas melhores colocações, e quem não estiver disposto a investir um pouco mais, sem dúvida, ficará pra trás.

O Google aplicou esta nova estratégia visando o lucro, pois obviamente, os anunciantes que estavam satisfeitos em estar, por exemplo, na terceira colocação da parte direita dos anúncios pagos, serão obrigados a reavaliar seus investimentos, a fim de tentar manter-se na primeira página, que passou a ser ainda mais concorrida.

Contudo, a mudança gerou além de desconfiança, alguns benefícios para os anunciantes. Pra quem anunciava e possuía como posição média as posições do lado direito da tela, obtinha um anúncio menos “detalhado”. A partir de agora todos os anúncios podem usar extensões de chamada, extensões de sitelink, extensões de localização e assim por diante.

Conclusões

O fato é que a mudança aplica-se a todos, por isso não existe a necessidade de entrar em pânico. Torna-se essencial ao anunciante ficar mais atento aos resultados a partir de agora, mantendo a monitoração de suas campanhas e ajustando suas contas, conforme necessário.

Só o tempo nos permitirá ter uma noção e avaliação mais ampla da dimensão de todas estas mudanças e o que de fato influenciará nos valores investidos e nos resultados obtidos nas campanhas de links patrocinados do Google Adwords.
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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil.  Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Ampliando suas possibilidades de negócios com o LinkedIn

Ampliando suas possibilidades de negócios com o LinkedIn

Sem dúvida as mídias sociais surgiram para revolucionar nosso dia a dia. A maior e mais acessada atualmente é o Facebook, onde o usuário além de manter contatos com familiares e amigos, também pode criar uma página profissional, podendo desenvolver e aplicar estratégias de marketing para impulsionar seus negócios.

Entretanto, antes mesmo do nascimento do Facebook, cinco pessoas perceberam que poderiam criar uma rede voltada exclusivamente para negócios e oportunidades de carreira e empregos. A partir desta ideia, fundaram no ano de 2003 o Linkedin, que no primeiro ano já possuía em torno de 100 mil usuários. Já no ano seguinte atingiu a impressionante marca de 1 milhão de pessoas cadastradas.

Além dos “novos empregos”

Muita gente quando pensa no Linkedin associa a rede exclusivamente a novas oportunidades de negócios e empregos. Porém, seu potencial pode ser explorado de forma muito mais ampla como, por exemplo, buscar dicas e informações sobre como começar seu próprio negócio, manter-se informado sobre cursos e especializações no seu segmento, entre outras inúmeras possibilidades de utilização que sem dúvida nenhuma poderão agregar no seu conhecimento e ajudar no seu dia a dia.

Existem 3 tipos de contas. A mais comum é a conta pessoal, pois é gratuita. À frente dela estão a Premium Business, Premium Business Plus e a Pro. Obviamente, os planos possuem valores diferentes, cada um com suas vantagens e peculiaridades, cabendo ao assinante decidir qual plano deverá suprir suas necessidades de forma ágil. Você consegue comparar esses planos acessando este link.

Na prática, a forma de utilizar a ferramenta lembra muito o Facebook, o que você tem que atentar mesmo é para o tipo de conteúdo a ser compartilhado. Após criar a conta e personalizar o perfil com suas informações e foto, basta começar a convidar as pessoas, podendo enviar uma mensagem personalizada para cada uma delas no momento do convite. Com o passar do tempo você se sentirá mais familiarizado e saberá interpretar qual a melhor forma de utilização e analisar o seu desempenho.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

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