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Google adere, em parte, aos protestos anti-SOPA

Embora o Google não tenha aderido totalmente ao protesto anti-SOPA, de alguma forma decidiu mostrar o seu descontentamento na sua página inicial. Diversos sites, hoje, estão fora do ar nos EUA, em protesto ao SOPA.

A página inicial do gigante das buscas está com uma clara demonstração de adesão – mesmo que parcial – ao movimento anti-SOPA (veja figura).

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David Drummond, do Google, explica a visão da empresa do SOPA, em post no blog oficial.

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Segundo Drummond, a medida vai censurar a internet, reprimindo a inovação e prejudicando os negócios desenvolvidos na web e de longe ajudará a luta contra a pirataria.

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Drummond diz ainda que “os sites piratas apenas alterariam seus endereços, a fim de continuar suas atividades criminosas”, mostrando que está disposto a juntar forças para lutar contra esse projeto de lei.
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Leia mais sobre o caso SOPA clicando aqui.

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Por Felipe Pereira
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Administrador de Empresas, acadêmico de estratégias digitais de marketing e fundador da Intermidia Brasil.
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Anunciada há três meses, parceria Yahoo/Facebook aumenta visitas ao site de buscas

Após anunciar parceria com a rede de Mark Zuckerberg, site de buscas aumenta número de usuários

Já sabíamos, pois já tínhamos lido a notícia de que Facebook e Yahoo atuariam juntos em alguns sentidos. Já podemos perceber, também, que alguns amigos nossos no Facebook tem o seu perfil atualizado automaticamente quando passam a praticar leituras no portal Yahoo.

Basta ‘logar’ nas duas contas, Facebook e Yahoo, e autorizar o acesso e sua timeline será atualizada automaticamente conforme você muda suas leituras no portal Yahoo. Mas tome cuidado, pois é automático: você não opta que cada uma das leituras seja compartilhada. É automático.

A relação, já estreita, entre os dois irá ainda mais a fundo, permitindo cada vez mais que os usuários da rede social compartilhem as informações e atividades da sua vida online.

A opção de compartilhamento apareceu na seção principal da Yahoo há três meses. A mesma opção está agora disponível em 26 outras seções do motor de busca, incluindo o serviço “omg” para notícias de entretenimento e seções dedicadas a TV, cinema e jogos.

Totalmente previsível, o Yahoo divulgou que os usuários vindos do Facebook triplicou após a introdução da nova opção.

Um dos próximos focos do Yahoo, a partir de agora, é buscar crescimento na publicidade online, onde o Facebook já se encontra em estágio avançado e ganhando terreno, com o objetivo de buscar a revitalização da concorrência com o Google, que hoje disparou e está muito distante na liderança tanto para utilização (usuários) como para publicidade.

Afinal, onde há usuários, há mais chances de prospectar anúncios.

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Por Felipe Pereira
Administrador de Empresas, acadêmico de estratégias digitais de marketing e fundador da Intermidia Brasil.
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Os 7 pecados nas mídias sociais

mídias sociais

Listei aqui, os que na minha opinião, são os 7 piores pecados cometidos pelas empresas nas mídias sociais. O assunto é mais do que batido, mas vale lembrar.

“Eu vejo gente incompetente…”
“Com que frequência?”
“O tempo todo!”

Vejo isso o tempo todo e em todos os lugares. Vejo empresas grandes fazendo isso, vejo profissionais da minha área fazendo isso!

São eles:

1 – Postar muito! – Despejar de uma só vez 20 posts no feed de quem te segue. Obrigando desta forma, a não te seguirem mais!

2 – Postar pouco. – Apenas na segunda feira posta algo do tipo: – Bom dia pessoal! Boa semana! E nada mais.

3 – Postar a mesma coisa em todas suas redes sociais.

4 – Vender! Vender! Vender! – Achar que seu perfil ou fanpage é um outdoor para ficar se auto-promovendo a todo instante, enquanto na realidade é um canal de RELACIONAMENTO.

5 – Postar repetidamente a mesma mensagem.

6 – Não responder as ideias, sugestões e reclamações de fãs/seguidores/amigos/conexões. – Ignorar completamente seu público.

7 – Focar somente em aumentar o número de amigos. – Vejo várias empresas fazendo isso e esquecendo a parte mais importante: Entregar conteúdo! Oferecer algo ao público! O cliente quer acompanhar a marca, mas ele precisa de algo em troca!

 

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Por: Felipe Gonçalves

http://facebook.com/felipebing

Como a mudança na busca social do Google pode afetar sua marca

O Google anunciou que passará a mostrar uma enorme quantidade de resultados sociais nas consequências das suas buscas. Até aí tudo bem. O grande problema, hoje pelo menos, é que os fatores considerados nessa questão social vem todos do Google+, deixando as mídias sociais de maior movimentação e relevância, de fora: Twitter e Facebook.

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Onde essa mudança afeta a sua marca

Muitas empresas, muitas  mesmo, dependem da sua classificação no Google para manter e aumentar sua quantidade de tráfego no site, vendas e novos contatos comerciais. A partir dessa implantação, será muito mais difícil entender e adaptar a otimização e personalizar palavras-chave e pesquisas, uma vez que, com os usuários conectados (logados) no Google, não se tem a informação do seu comportamento. A não ser o próprio Google. E a diferença mora aqui: os resultados sociais – do Google+ – aparecem com destaque, antes das listagens públicas.

Você talvez saiba diferenciar, talvez seja de seu conhecimento que a busca mostra resultados diferentes quando feita de forma conectada ao Google, mas e o público, sabe disso? Se sabe, qual o percentual?

Erin Everhart, diretor de web e marketing de uma empresa especialista em Digital, utiliza seu próprio negócio como exemplo. Ao pesquisar por uma das principais palavras-chave do seu negócio, “empresa de web design”, fica bastante nítido que o usuário procura uma empresa que presta esse tipo de serviço. Porém, veja na imagem o resultado mostrado pelo Google:

Dois dos três primeiros resultados, sempre bastante disputados e cobiçados, são preenchidos com menções sociais. E esses resultados de nada tem a ver com o desejo do usuário (buscar uma empresa que preste aquele serviço, lembra?).
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A busca pessoal esconde uma quantidade enorme de conteúdo público relevante e de muito boa qualidade, e a partir de agora você precisará ser cada vez mais bem posicionado (conceitos) e admirado por influenciadores, pois é esse aspecto que vai receber cada vez mais destaque.
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O Google sempre se preocupou em divulgar e dar ênfase ao fato de proporcionar a melhor experiência possível ao usuário, mostrando resultados relevantes e cada vez mais próximos daquilo que o internauta procura – essa é a função do temido Panda. Parece que agora não estão pensando (tanto) assim, pois pelo menos atualmente os resultados mais relevantes moram no Twitter, no Facebook e em sites já posicionados, com conteúdo público.

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O que fazer, então?
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Não há outra alternativa. Você precisa dar um jeito e fazer com que sua marca passe a integrar essa busca social. Ela dá ênfase ao Google+ e não ao Facebook e Twitter, você deverá traçar novas estratégias, ingressando sua marca no Google+ (não abandone as outras!), participar de forma ativa e com usuários-chave e influentes. Mostre ao Google+ quem é você e o quão relevante você é no seu setor, assim suas chances de aparecer serão cada vez maiores.

Esse é o plano do Google para destronar o Facebook, está nítido. Mais uma vez vejo reforçada minha opinião sobre o crescimento do Google+: nasceu de um gigante, enquanto seu maior rival é obra de si mesmo.
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Faça isso o quanto antes: inclua e explore todas as opções que o Google+ oferece e coloque dentro do seu site, além de participar de forma ativa e constante na rede social. Utilize, principalmente, a tag de autor (disponibilizada pelo Google+) quando tiveres conteúdo publicado. O Google mostrará o seu perfil quando seu tema for pesquisado.
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Cada um de nós tem o direito de formar opiniões, há quem critique e há quem elogie essa nova manobra do Google. O que todos nós concordamos é que precisamos manter a visibilidade de nossas marcas.
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Por Felipe Pereira
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Administrador de Empresas, acadêmico de estratégias digitais de marketing e fundador da Intermidia Brasil.
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Facebook lança aplicativo para escutar música com amigos

Facebook lança aplicativo para escutar músicaFacebook anunciou nesta quinta-feira uma nova ferramenta que permite ao usuário escutar música com seus amigos pela rede social.

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A novidade permite que um usuário escute a música que seu amigo está escutando naquele momento ao mesmo tempo. Também é possível, de acordo com o post no blog do Facebook escutar a mesma música que um grupo enquanto um amigo seu brinca de DJ. A música será tocada por meio do aplicativo que seu amigo está usando.

A novidade aparecerá em formato de nota musical ao lado do nome do amigo do usuário quando este estiver escutando uma música. Para que o usuário ouça a mesma canção, basta, clicar no botão “Listen with” (Escute com, na tradução para o português) que aparecerá em uma janela ao lado do nome do amigo. Além de escutar a mesma música, os usuários podem falar sobre ela em uma janela de bate-papo.

A funcionalidade estará disponível para todos os usuários em breve, avisa o Facebook.

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