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ICQ ou WhatsApp, qual o melhor? Quais as diferenças?

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ICQ ou WhatsApp, qual a melhor alternativa para ser seu serviço de trocas de mensagens instantâneas?

Os serviços de troca de mensagens instantâneas vêm sendo fundamentais na construção e na configuração da internet como conhecemos hoje e, recentemente, se tornaram objetos indispensáveis na comunicação móvel através de celulares.

Até então líder absoluto na troca de mensagens instantâneas via celular, o aplicativo WhatsApp recebe um concorrente de peso: o ICQ. Sim, uma continuação do nostálgico serviço de trocas de mensagens que pré-datou a era do MSN Messenger.

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As funcionalidades do WhatsApp como troca de vídeos, imagens e texto estão presentes no ICQ, que traz novas possibilidades em relação ao seu concorrente. É possível participar de bate-papos com temas específicos separados pela língua nativa dos usuários.

Outra alternativa interessante é a possibilidade de fazer videoconferências através do aplicativo, em funcionalidades semelhantes às encontradas no Skype e no Google Hangouts. Esse sistema de comunicação não existe no WhatsApp.

Já foi anunciado que o WhatsApp não estará disponível em uma plataforma online que permita sua utilização através de computadores, o que é possível com o ICQ, que traz mais um canal de contato entre seus usuários, onde você pode instalar no seu computador e ter suas conversas sincronizadas com o smartphone. Você pode usar a versão online, diretamente no site, ou então fazer o download do “velho” ICQ (nesse link) e instalar no seu computador pessoal. Além disso tudo, você pode mandar SMS para contatos que não tenham o ICQ instalado, aumentando o número de mensagens de graça.

Logo no começo de sua vida útil, o ICQ já se tornou o aplicativo mais baixado na loja virtual da Apple e se estima que o dobro de usuários já fez download da sua versão para o Android, aumentando a base de usuários do aplicativo.

Importantíssimo: utilizando o ICQ, em substituição ao WhatsApp, para a troca de mensagens instantâneas você também deixará de alimentar em grande escala a base de dados e informações pessoais em poder do Facebook, que foi reforçado pela aquisição de WhatsApp e Instagram e agora tem a possibilidade de cruzar as nossas informações e vender para grandes empresas anunciantes.

Na comparação entre os dois aplicativos as vantagens do ICQ ficam bastante nítidas. Naquilo que o WhatsApp oferece, o ICQ cumpre de forma muito responsável. Talvez a semelhança no compartilhamento de fotos e vídeos e a velocidade na troca de mensagens não instigue as pessoas a trocar um pelo outro, uma vez que são extremamente parecidos.

Porém, resta saber se o programa cairá no gosto das pessoas – e os usuários antigos e fiéis de ICQ podem fazer a diferença!

Será teremos uma grande quantidade de pessoas migrando de um aplicativo para o outro? Você já testou o novo ICQ?

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil.  Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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O poder das imagens e a publicidade online

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Pinterest e Instagram apostam em publicidade online

Mídias sociais baseadas em imagens ganham publicidade

Depois do Instagram ter incorporado posts patrocinados em sua linha do tempo é a vez de outra rede social baseada em imagens aderir a publicidade online. O Pinterest passará a contar com conteúdo patrocinado e, logo de cara, já estão viabilizados contratos de patrocínio com grandes empresas, casos das gigantes da alimentação Nestlé e Kraft Foods. A inserção do Pinterest à publicidade nos faz ver a força que as imagens tem para propagar o nome de marcas e produtos nas mídias sociais. Uma imagem vale mil palavras e em tempos de caracteres contados a míngua, uma boa interação visual pode fazer milagres por sua marca. Nem todos os produtos ou marcas se encaixam com o perfil das mídias sociais de compartilhamento de imagens, que buscam um visual estético agradável para todos os usuários. Nessa situação, as imagens podem ser insuficientes para transmitir as ideias e valores de uma marca, dependendo de seu ramo de atuação. Mas fica claro que é grande o engajamento através de Instagram e Pinterest.

Publicidade no Pinterest e no Instagram

O Pinterest se destaca pelo seu público-alvo bem mais focado em mulheres, atingindo desde adolescentes até mulheres mais maduras, na casa dos 50 anos. Isso pode ser aproveitado para fazer campanhas específicas voltadas a rede social das imagens, permitindo uma maior aproximação com o público-alvo. Agora, ao adentrar essas redes sociais, é preciso analisar e forjar campanhas com forte apelo visual, que tornem sua marca única perante seus concorrentes, criando uma identidade visual vistosa e moderna. Vale lembrar que não é necessário investir em patrocínios para propagar sua marca online nessas ferramentas. O mais adequado para iniciar um investimento é criar um perfil corporativo e através dele tornar sua marca mais conhecida e bem recebida pelo público.

. Este tipo de publicidade é menos agressivo do que o que estamos acostumados  a visualizar pelas mídias tradicionais. Portanto, passível de trazer um resultado mais desejado e que acalente um relacionamento entre marca e cliente para além da simples aquisição de produtos, tornando-se parte do cotidiano das pessoas, o que fará seu produto ser lembrado espontaneamente pelo seu público-alvo. .

Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil.  Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios Converse comigo no Twitter, no Facebook e no Google+!

É Twitter mesmo, ou Facebook? Novo layout está ainda mais semelhante!

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Twitter arrisca em novo layout. Será o Facebook?

Mídia social se aproxima cada vez mais à maior rede do mundo

Essa semana o Twitter iniciou o processo de atualização do layout de sua página, que ficou bastante parecido com o layout da página do Facebook. Esse caminho é arriscado para o microblog que vem retirando público da rede social de Mark Zuckerberg.

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Você também achou semelhante ao Facebook?

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Pode-se dizer que o visual ficou um pouco mais moderno, mas não fazia muito tempo que o Twitter tinha modificado o layout dos perfis de sua rede. Portanto, houve pouco tempo de adaptação para o layout anterior.

Essa última mudança, além de poder ser considerada uma cópia do Facebook, também pode afugentar audiências que buscavam escapar do âmbito do Facebook e sua larga expansão perante todos os tipos de público.

A medida tomada também pode ser vista como uma resposta a chamada twitterização do Facebook que incluiu vários elementos do microblog no seu cotidiano. Como as hashtags e os tópicos mais comentados.

Agora resta esperar a reação dos usuários as mudanças no Twitter. Lembrando que o internauta brasileiro é avesso às mudanças mais bruscas nas redes sociais, preferindo a conservação das páginas em suas formatações originais, ou mais próximas do original.

Entende-se que a atitude do Twitter é arrojada, pois bate de frente com seu principal concorrente, ao mesmo tempo o aproximando do Facebook, que, por sua vez, mostra sinais de desgaste com parte do público alvo, em especial, os mais jovens.
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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. 
Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Criar anúncios e obter resultados fica mais fácil no Facebook

Facebook anuncia mudanças no seu sistema de anúncios

O processo de compra de publicidade agora é iniciado por uma simples pergunta: qual é o objetivo do comercial? A resposta dessa pergunta será a chave mestra para o que será recomendado pela rede social para ser feito em termos de estratégia para os anúncios.

Novidade ao criar Anúncios no Facebook

A rede social de Mark Zuckerberg pretende tornar a propaganda o mais simples possível. O Facebook chama isso de compra de resultados de anúncio baseado em objetivos. Em junho, a ferramenta retirou ofertas online, resultados patrocinados e publicidades em forma de perguntas. Na sequência, foi introduzido um tamanho padrão de imagem que funciona para todos os tipos de anúncios dentro da rede social.

O foco é no objetivo

Uma pesquisa feita entre homens de marketing pelo Facebook demonstrou que os anúncios estavam focados em atingir objetivos determinados, que foram assim relacionados:

– Cliques para o site

– Engajamento em postagens de páginas

– Curtidas nas páginas

– Instalação de aplicativos

– Engajamento em aplicativos

– Visitação física

– Engajamento em eventos

A partir disso, esses objetivos se tornaram o ponto de partida para a formulação de campanhas no Facebook.

Também relacionado ao sucesso dos objetivos está o local onde aparecerá seu anúncio. Ele será colocado no feed de notícias para dispositivos móveis, no feed de notícias para desktops ou na coluna da direita, baseados pelos indicadores da publicação. No entanto, agora é possível escolher onde seu anúncio aparecerá, tornando a publicidade sob medida para quem deseja anunciar.

Por exemplo, quem quiser mais visitas no seu website colocará seu anúncio no feed de notícias para computadores de mesa.

Calculando o impacto do anúncio

Melhorias também foram feitas no mecanismo de controle das publicidades visando mapear de acordo com o objetivo traçado quando da criação do anúncio. Para isso, a ferramenta vai mostrar o objetivo e o número de vezes que este objetivo foi alcançado, bem como o custo para atingir este mesmo objetivo.

Todas essas mudanças buscam, além de facilitar a publicidade no Facebook, torná-la mais efetiva, com a possibilidade de estabelecer metas e analisar posteriormente como e em qual grau esses objetivos foram alcançados.

Fonte: www.facebook.com
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felipeFelipe A Pereira

Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.
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Mudanças nas regras do e-commerce no Brasil

Mudanças nas regras do e-commerce no Brasil exige adaptação de lojas virtuais

Desde o dia 14 de maio passaram a valer as novas regras para o e-commerce no Brasil. As novidades pretendem trazer maior clareza ao consumidor, que reclama da falta de informação sobre fornecedores, produtos e sobre as condições de pagamento, entre outras queixas.

Para os empreendedores do comércio eletrônico é necessária a adequação de seus sites e dos procedimentos de atendimento ao consumidor. Em caso de descumprimento das normas, poderá sofrer com multas e, até mesmo, com a interdição total do estabelecimento virtual.

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A maior parte das novas exigências já era atendida pelos sites. Os comerciantes devem ter maior atenção às novas maneiras de atendimento ao consumidor. Em especial aos prazos de resposta às solicitações dos clientes.

Questões importantes em termos logísticos não foram consideradas pela nova lei, caso da devolução de produtos digitais como downloads, se houver o exercício do direito de arrependimento.

Confira as principais mudanças:

Todas as páginas de sites de e-commerce deverão exibir o CNPJ da empresa ou o CPF da pessoa responsável pelas atividades comerciais da loja.

Também deve constar o endereço físico e eletrônico da loja. Esses endereços deverão estar aptos a dar respostas e informações para qualquer pessoa, empresa ou ente oficial.

As ofertas devem apresentar uma descrição com as características do produto, citando possíveis alertas de saúde e segurança. Além disso, apontar a disponibilidade dos itens e se há qualquer tipo de restrição aplicada ao consumidor.

O preço tem de englobar qualquer despesa adicional com entrega ou com juros e seguros que venham a interferir no valor final.

É obrigação informar todas as modalidades de pagamento, qual o prazo para utilizar o serviço ou entregar o produto.

Os sites de compras coletivas são obrigados a indicar a quantidade mínima de consumidores para efetivação do contrato, bem como os prazos de utilização da oferta pelo consumidor e identificação completa do fornecedor responsável pela efetivação do que foi contratado.

Também se tornou obrigatória a apresentação do sumário do contrato antes da contratação, bem como fornecer ferramentas eficazes ao consumidor para identificação e correção imediata de erros ocorridos nas etapas anteriores à finalização da contratação.

É dever, também, confirmar imediatamente o recebimento da aceitação da oferta, deixando disponível o contrato ao consumidor em meio que permita sua conservação e reprodução, imediatamente, após a contratação.

Outra obrigatoriedade é manter o serviço adequado e eficaz em atendimento em meio eletrônico, que possibilite ao consumidor a resolução de demandas referentes à informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato e confirmar imediatamente o recebimento das demandas do consumidor, pelo mesmo meio empregado pelo cliente.

É indispensável, também, a utilização de mecanismos de segurança eficazes para pagamento e para tratamento de dados do consumidor.

 

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