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Os 7 pecados nas mídias sociais

mídias sociais

Listei aqui, os que na minha opinião, são os 7 piores pecados cometidos pelas empresas nas mídias sociais. O assunto é mais do que batido, mas vale lembrar.

“Eu vejo gente incompetente…”
“Com que frequência?”
“O tempo todo!”

Vejo isso o tempo todo e em todos os lugares. Vejo empresas grandes fazendo isso, vejo profissionais da minha área fazendo isso!

São eles:

1 – Postar muito! – Despejar de uma só vez 20 posts no feed de quem te segue. Obrigando desta forma, a não te seguirem mais!

2 – Postar pouco. – Apenas na segunda feira posta algo do tipo: – Bom dia pessoal! Boa semana! E nada mais.

3 – Postar a mesma coisa em todas suas redes sociais.

4 – Vender! Vender! Vender! – Achar que seu perfil ou fanpage é um outdoor para ficar se auto-promovendo a todo instante, enquanto na realidade é um canal de RELACIONAMENTO.

5 – Postar repetidamente a mesma mensagem.

6 – Não responder as ideias, sugestões e reclamações de fãs/seguidores/amigos/conexões. – Ignorar completamente seu público.

7 – Focar somente em aumentar o número de amigos. – Vejo várias empresas fazendo isso e esquecendo a parte mais importante: Entregar conteúdo! Oferecer algo ao público! O cliente quer acompanhar a marca, mas ele precisa de algo em troca!

 

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Por: Felipe Gonçalves

http://facebook.com/felipebing

Como a mudança na busca social do Google pode afetar sua marca

O Google anunciou que passará a mostrar uma enorme quantidade de resultados sociais nas consequências das suas buscas. Até aí tudo bem. O grande problema, hoje pelo menos, é que os fatores considerados nessa questão social vem todos do Google+, deixando as mídias sociais de maior movimentação e relevância, de fora: Twitter e Facebook.

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Onde essa mudança afeta a sua marca

Muitas empresas, muitas  mesmo, dependem da sua classificação no Google para manter e aumentar sua quantidade de tráfego no site, vendas e novos contatos comerciais. A partir dessa implantação, será muito mais difícil entender e adaptar a otimização e personalizar palavras-chave e pesquisas, uma vez que, com os usuários conectados (logados) no Google, não se tem a informação do seu comportamento. A não ser o próprio Google. E a diferença mora aqui: os resultados sociais – do Google+ – aparecem com destaque, antes das listagens públicas.

Você talvez saiba diferenciar, talvez seja de seu conhecimento que a busca mostra resultados diferentes quando feita de forma conectada ao Google, mas e o público, sabe disso? Se sabe, qual o percentual?

Erin Everhart, diretor de web e marketing de uma empresa especialista em Digital, utiliza seu próprio negócio como exemplo. Ao pesquisar por uma das principais palavras-chave do seu negócio, “empresa de web design”, fica bastante nítido que o usuário procura uma empresa que presta esse tipo de serviço. Porém, veja na imagem o resultado mostrado pelo Google:

Dois dos três primeiros resultados, sempre bastante disputados e cobiçados, são preenchidos com menções sociais. E esses resultados de nada tem a ver com o desejo do usuário (buscar uma empresa que preste aquele serviço, lembra?).
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A busca pessoal esconde uma quantidade enorme de conteúdo público relevante e de muito boa qualidade, e a partir de agora você precisará ser cada vez mais bem posicionado (conceitos) e admirado por influenciadores, pois é esse aspecto que vai receber cada vez mais destaque.
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O Google sempre se preocupou em divulgar e dar ênfase ao fato de proporcionar a melhor experiência possível ao usuário, mostrando resultados relevantes e cada vez mais próximos daquilo que o internauta procura – essa é a função do temido Panda. Parece que agora não estão pensando (tanto) assim, pois pelo menos atualmente os resultados mais relevantes moram no Twitter, no Facebook e em sites já posicionados, com conteúdo público.

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O que fazer, então?
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Não há outra alternativa. Você precisa dar um jeito e fazer com que sua marca passe a integrar essa busca social. Ela dá ênfase ao Google+ e não ao Facebook e Twitter, você deverá traçar novas estratégias, ingressando sua marca no Google+ (não abandone as outras!), participar de forma ativa e com usuários-chave e influentes. Mostre ao Google+ quem é você e o quão relevante você é no seu setor, assim suas chances de aparecer serão cada vez maiores.

Esse é o plano do Google para destronar o Facebook, está nítido. Mais uma vez vejo reforçada minha opinião sobre o crescimento do Google+: nasceu de um gigante, enquanto seu maior rival é obra de si mesmo.
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Faça isso o quanto antes: inclua e explore todas as opções que o Google+ oferece e coloque dentro do seu site, além de participar de forma ativa e constante na rede social. Utilize, principalmente, a tag de autor (disponibilizada pelo Google+) quando tiveres conteúdo publicado. O Google mostrará o seu perfil quando seu tema for pesquisado.
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Cada um de nós tem o direito de formar opiniões, há quem critique e há quem elogie essa nova manobra do Google. O que todos nós concordamos é que precisamos manter a visibilidade de nossas marcas.
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Por Felipe Pereira
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Administrador de Empresas, acadêmico de estratégias digitais de marketing e fundador da Intermidia Brasil.
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Facebook lança aplicativo para escutar música com amigos

Facebook lança aplicativo para escutar músicaFacebook anunciou nesta quinta-feira uma nova ferramenta que permite ao usuário escutar música com seus amigos pela rede social.

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A novidade permite que um usuário escute a música que seu amigo está escutando naquele momento ao mesmo tempo. Também é possível, de acordo com o post no blog do Facebook escutar a mesma música que um grupo enquanto um amigo seu brinca de DJ. A música será tocada por meio do aplicativo que seu amigo está usando.

A novidade aparecerá em formato de nota musical ao lado do nome do amigo do usuário quando este estiver escutando uma música. Para que o usuário ouça a mesma canção, basta, clicar no botão “Listen with” (Escute com, na tradução para o português) que aparecerá em uma janela ao lado do nome do amigo. Além de escutar a mesma música, os usuários podem falar sobre ela em uma janela de bate-papo.

A funcionalidade estará disponível para todos os usuários em breve, avisa o Facebook.

5 motivos para ter uma fanpage e não um perfil pessoal

fanpagepor: Felipe Gonçalves

facebook.com/felipebing

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Vemos muitas empresas por aí que usam um perfil pessoal em vez de uma fanpage. Tudo bem, acredito que a maioria das empresas não tem conhecimento para usar tudo que esta ferramenta pode oferecer. Sendo assim, listo aqui alguns motivos pelos quais esta prática não é recomendada.

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1 – Você sai pra jogar futebol com uma marca? Você convida uma marca pra ver um filme? Não né, porque uma marca não é um amigo!

Fanpages são destinadas a Marcas, pois criam um local de contato com os clientes. Veja bem, contato, não amizade. Não confundam os principios da ferramenta.

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2 – Com um perfil pessoal sua marca não pode criar anúncios no Facebook.

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3 – Com um perfil pessoal sua marca não tem como ver as estatísticas de crescimento, número de visitantes, faixa etária, enfim, todos aqueles dados tão úteis sobre seus possíveis clientes.

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4 – Informações em perfis pessoais não são visíveis em motores de busca. Isso significa que o conteúdo que você compartilha através do seu perfil pessoal não ajuda na sua localização no Google.

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5 – Por último, porque é contra as regras do Facebook, que neste caso pode vir a excluir seu perfil. Usuários também podem denunciar sua empresa, alegando que seu perfil representa uma empresa ou marca e não uma pessoa.

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Então, precisa de mais motivos?

Cresce o uso das redes sociais para fins corporativos.

redes sociais para fins corporativos.Para Unisys, companhias ainda estão limitadas à divulgação da marca, mas ao colocar as mídias no centro da estratégia podem observar inúmeros benefícios.

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Já é realidade. Cada vez mais profissionais usam rede sociais para fins corporativos. Estudo recente realizado pela consultoria IDC a pedido da Unisys comprova e aponta que a utilização destes sites no trabalho foi duas vezes maior em 2011 em comparação com o ano anterior. E esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos meses.

“Todos os segmentos de mercado estão caminhando para essa direção, porque é um movimento que vem de baixo para cima”, opina Paulo Roberto Carvalho, diretor de negócios de outsourcing da Unisys na América Latina.

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De acordo com o levantamento, no Brasil, 34% dos empregados consultados afirmaram utilizar o Facebook para trabalho, ante 16% em 2010. O LinkedIn é opção de 36%, sendo que no ano anterior foi apontado por 28%.

“Em 2010 o uso já era significativo, mas não necessariamente patrocinado pela companhia. Em 2011, os usuários começaram a usar mais ainda as mídias sociais para executar tarefas profissionais e chamou a atenção das corporações, que passam a ver os sites de relacionamento com outros olhos”, afirma Carvalho.

Por outro lado, prossegue, fato curioso é que as empresas ainda utilizam as mídias sociais para iniciativas de marketing e propaganda dos produtos e serviços e ainda não aprenderam a extrair todos os benefícios das tecnologias. “As redes sociais vão além e podem ser parte estratégica, uma forma de se aproximar e escutar os clientes, ampliar a produtividade e competitividade e ainda assumir a função de ferramenta de colaboração entre os empregados”, avalia.

O executivo aponta que nos Estados Unidos e na Europa as redes sociais já são parte da estratégia dos negócios e os resultados podem ser observados no aumento das oportunidades, fidelização do cliente, feedback imediato dos consumidores e aproximação com o público-alvo. Segundo ele, o consumidor não se contenta mais com uma página da empresa na web, estática. “É por isso que essa comunicação interativa passa a ser vital”, assinala.

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Fonte: idgnow.uol.com.br

 

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