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Após 21 meses em alta, e-commerce brasileiro registra queda nos preços

[jamiesocial]

Esta é para aquelas pessoas que gostam e possuem o hábito de fazer compras sem sair de casa.

Segundo uma pesquisa de mercado realizada de acordo com o índice FIPE Buscapé, após um pouco mais de 21 meses de alta, o e-commerce brasileiro registrou queda nos preços.

Foi revelado que os preços do e-commerce nacional tiveram uma queda de 2,01% em dezembro de 2016, com relação ao mesmo período do ano passado, e comparado a novembro de 2016, houve uma redução de 1,76%.

Esses são os números do e-commerce de um modo geral. Contudo, para nossa surpresa, avaliando os números por categorias de produtos, das 150 categorias, 82 delas tiveram aumento nos preços. A explicação para esses dados é que a redução dos preços ficou por conta das categorias de Telefonia, Moda e Acessórios e Eletrônicos, que são responsáveis por uma enorme fatia desse mercado.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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E-commerce brasileiro deve ter crescimento significante em 2016.

E-commerce brasileiro deve ter crescimento  significante em 2016.

Há alguns anos atrás, a parcela de brasileiros que realizavam compras na internet era muito pequena, devido a insegurança das pessoas com possíveis golpes, ou atraso no prazo de entrega, e também pelo fato de não ver o produto pessoalmente, este tipo de comércio não tinha muita força no nosso país.

Mas os tempos mudaram, e o Brasil se tornou um dos países que mais utilizam o e- commerce, e os dados a seguir comprovam isso.

Somente em 2015, o faturamento do e-commerce nacional aumentou 26,9%.

Segundo a Conversion, que é uma das grandes agências digitais do país, estima-se  que até o final deste ano, ocorra um aumento de 25% nas vendas,  o que equivale a uma movimentação de 70 bilhões de reais.

O relatório de avaliação do e-commerce da Conversion é realizado mensalmente, e são usados diversos fatores para chegar a uma média nas projeções das futuras vendas, como o dia das mães e outras datas comemorativas.

Em novembro, é esperado o maior crescimento do ano, com estimativa de um aumento de 48% nas vendas, pois neste mês ocorre as grandes promoções da Black Friday, onde praticamente todo o comércio adere a campanha com uma infinidade de descontos nos produtos em geral, e pelo fato de muita gente antecipar as compras de natal.

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Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
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Porque seu marketing de conteúdo deve abordar preços

marketing de conteúdo deve abordar preços

Você abertamente divulga seus preços em seu site?

Sabemos que se procurarmos o bastante, nós eventualmente encontraremos o que estamos procurando. E isso inclui preços de qualquer produto ou serviço.
Apesar desta realidade muitos sites falham ao abordar algumas das questões mais primordiais que seus clientes e potenciais clientes tem, especialmente quando se trata de “preços”.

 

Mas porque debater preços online?

Recentemente, em uma conferência onde participavam cerca de 100 empresários, foi feita uma pergunta muito simples:

“Quantos de vocês aqui falam sobre preços e custos dos seus produtos e serviços no site de sua companhia?”

E adivinhem quantos levantaram a mão?
Se você respondeu “1”, acertou!

Apenas 1 pessoa de 100, expõe preços em seu site.
Porém aqui vai outra estatística chocante – Quando foi perguntada a este mesmo grupo de empresários, qual a porcentagem de seus clientes que perguntam preços e custos nos primeiros minutos de um contato/conversa, absolutamente todos levantaram a mão.

Surpresos? Claro que não. As pessoas gostam de saber quanto as coisas custam.

Apesar de tudo, a maioria das empresas ao redor do mundo decidiu deixar de lado a questão “preços” em seus sites, por uma variedade de motivos, o mais comum é o medo de perder um prospect antes dele sequer contatar a empresa.
E embora esta manobra tenha funcionado no marketing de 5 ou 10 anos atrás, posso dizer com certeza de que os clientes de hoje não gostam que suas perguntas  primordiais fiquem sem resposta. Além do mais, se você quer entrar de cabeça no marketing de conteúdo e na essência das mídias sociais, deve aprender a abordar cada ponto que o seu cliente pede a sua empresa.

Em outras palavras, se seu cliente esta pensando isso, você deve abordar.
Esta transparência, esta abordagem do senso comum é a essência do marketing moderno.

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Fonte: Social Media Examiner

Compras no comércio eletrônico superam as do varejo convencional.

comércio eletrônicoSeja na América, seja na Ásia ou na Europa, as compras no comércio eletrônico estão superando as realizadas no varejo convencional.

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“Os varejistas precisam considerar e implementar estratégias que lhes permitam interagir com o mesmo cliente em todas as plataformas de vendas, assegurando a consistência na experiência do cliente, independentemente do que esse consumidor esteja comprando, e se está comprando on-line ou na loja”, explica o sócio da KPMG nos Estados Unidos e líder global da área de Varejo, Mark Larson.

No continente americano, 76% dos consumidores compram CDs, DVDs, livros e jogos de videogame pela internet.

De acordo com o estudo “Consumidores e Convergência 5: O estilo de vida convergente”, realizado pela KPMG, e divulgado nesta quarta-feira (4), 67% dos consumidores da Ásia-Pacífico compram os mesmos produtos na internet, enquanto 55% dos consumidores da Europa fazem o mesmo.

Todos os tipos de produtos
O estudo ainda revela que 70% dos consumidores do continente americano e da Ásia-Pacífico compram passagens aéreas e pacotes de viagens pelo comércio eletrônico, contra 61% do continente europeu.

Segundo o levantamento, o aumento do uso de smartphones também colaborou para esta mudança comportamental. Nele foi possível constatar que mais de 38% dos consumidores usaram o smartphone em lojas de varejo para acessar cupons, enquanto 20% os usaram para escanear códigos QR (QR codes).

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Fonte: www.infomoney.com.br

Em um futuro não tão distante, o frete grátis será padrão.

frete grátis

Naturalmente as pessoas estão acostumadas a comprar em estabelecimentos físicos em suas regiões e nestes locais não existe a figura do “frete” na hora da compra de qualquer produto, salvo escassas exceções. Esse é um dos motivos pelo qual o evento de cobrar para entregar um produto é a maior causa para abandono de intenção de compras. Mesmo o conceito de compras via internet esteja sempre reforçando o conceito do frete, ou seja, da taxa de entrega, o consumidor ainda resiste e sempre procura a loja virtual que consiga oferecer essa isenção como fator determinante para o fechamento da compra.

Analisando que a entrega já faz parte do processo de compra tradicional, se faz desnecessário tentar explicar as responsabilidades e custos envolvidos do negócio online para quem está comprando, seria a mesma coisa que exemplificar taxas extras por conta dos estabelecimentos oferecem atendimento 24 horas, por conta do seu terceiro turno de funcionários. Por isso é importante que no plano de negócio esses custos operacionais estejam no calculo da margem de lucro, que seja considerado os valores para entrega dos produtos.

No futuro o padrão será oferecer frete grátis

Num futuro muito próximo o conceito de frete será eliminado do comércio eletrônico, quem ainda não consegue praticar somente o preço final do produto, ficará em enorme desvantagem em relação aos seus concorrentes, principalmente os gigantes. Para isso é importante iniciar desde hoje um movimento no sentindo que a condição de frete grátis esteja cada vez mais presente como opção na loja virtual, mesmo que ainda não alcance 100% das vendas.

Algumas formas de iniciar esse processo podem ser:

Definição de valor mínimo de pedido para a aplicação do frete grátis, através desse método será possível além de vender mais produtos, aumentar o ticket médio e por conseqüência reduzindo o percentual representativo do frete no valor total do pedido.
Nas macrorregiões onde ocorre maior número de vendas, e procurar por parceiros logísticos, com isso os preços do transporte poderá ser extremamente reduzido e passiveis de absorção nas despesas operacional da loja virtual, desonerando os consumidores e automaticamente aumentando as vendas, que por conseqüência aumentará o lucro liquido final.

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Iniciar a criação de clube de compras, que oferecerá aquisições recorrentes, garantindo assim além da movimentação de mercadorias e valores financeiros, vantagens ao consumidor no frete neste período de compra.
Através das operadoras de cartões de créditos oferecerem emissão de cartão de crédito de bandeira própria, o que automaticamente isentará esses clientes da taxa de entrega na compra na loja virtual, pois haverá uma recompensa através do percentual de fidelização desses clientes junto à operadora de cartão de crédito.

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O frete grátis num futuro muito próximo não será um diferencial e sim uma realidade em 99% dos estabelecimentos comerciais virtuais, por mais que o crescimento do comércio eletrônico demonstre que há espaço para novos estabelecimentos, a competição hoje já está mais acirrada e conquistar espaço sempre está cada dia mais difícil e trabalhoso. Por isso comece com um pé no futuro, devemos oferecer os produtos ou serviços da forma tradicional, somente o preço do produto e nada mais. O frete grátis se tornará um padrão. E claro não se esqueça que a responsabilidade da entrega é do lojista e não do transportador e muito menos do consumidor, mesmo quando ele paga.

E você? O que acha do frete grátis como um padrão no futuro?

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Fonte: Blog do E-commerce

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