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Google Adwords, Analytics e a diferença nos números de visitas

Adwords e Analytics: prováveis motivos para a diferença nas visitas

Uma dúvida toma conta sempre que analisamos os dados de cliques do Google Adwords em conjunto com as estatísticas de visitas do Google Analytics: por que os números não conferem? Na teoria, as duas informações deveriam manter uma coerência. Mas, na prática, não é o que acontece.

Essa diferença gera questionamento por parte dos clientes, que não entendem a não correspondência destes números. E essas perguntas não são à toa. Afinal, causa um desconforto essa não concordância entre números que servem para a análise do trabalho e de feedback e para a tomada de decisão.

Antes de nos aprofundarmos no assunto, é necessário delimitar o que é o clique no Adwords e a visitação no Analytics. No primeiro caso, o clique é configurado quando o anúncio de uma campanha recebe um clique. Já no Google Analytics a visita é a interação entre um browser (navegador) e um site que, em caso de fechamento do navegador ou inatividade por mais de 30 minutos, acarreta em finalização da visita.

As razões de termos mais cliques do que visitas

Cada clique do usuário conta para o Adwords e um usuário pode clicar diversas vezes no mesmo anúncio. Enquanto isso, apenas uma visita será contabilizada no espaço de meia hora. Outro caso é o do visitante que não espera o carregamento da página, seja por qual motivo. Nesse caso, a visita não contará e apenas o clique entra na estatística e o anúncio será cobrado.

Também quanto ao problema do tempo de carregamento da página podem ser geradas mais visitas, caso haja o ‘refresh’ da página que estava na espera para abrir. Nesse caso, apenas uma visita será relacionada com o Adwords e mais visitas acionadas pelo Google Analytics.

Outra possibilidade é quando a pessoa, ou robô, que visita diversas vezes a página. Nesse caso, há possibilidade de tratar-se de um concorrente ou proprietário(s). Esses cliques fraudados também não são contabilizados como visitas, mas geram cliques. Erros na ‘tag’ da página de destino e pessoas que navegam com o JavaScript e/ou cookies desativados não geram número de visita.

Existem também redirecionamentos fraudulentos, quando o usuário chega sem querer na página, sem obviamente terminar de carregá-la. Isto gerará, também, clique sem visita. Se um redirecionamento acontece entre a URL contida no AdWords e a página na qual o visitante chegou depois de clicar no anúncio, o Analytics pode não reconhecer os dados do AdWords.

Também os casos de campanha vinculada a conta de Analytics que tem mais anúncios que redirecionam para outros sites e congestionamento de rede geram um maior número de cliques em relação ao número de visitações.

Motivos para o aumento de visitas

Depois de uma clique o usuário pode salvar a página na barra de favoritos e seguir visitando em outras sessões o site sem gerar novos cliques e ampliando o número de visitações. Há também a discrepância entre o filtro de Adwords e Analytics para cliques, o segundo é menos rigoroso. Já o primeiro, em virtude da fatura é mais rigoroso com cliques inválidos.

Geralmente, a diferença entre cliques e visitas pode alcançar até 30%. Obviamente, um trabalho atento e apurado identifica as entrelinhas e números nem tão precisos.

IMPORTANTE: vincule as contas do Adwords e do Analytics do site que você está monitorando. Esse passo é básico para resolveres essa e outras questões:

É necessário ficar de olho nas diferenças trazidas pelas estatísticas dessas duas ferramentas e nas particularidades de cada uma delas!

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felipeFelipe A Pereira

Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.
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Trending Topics no Facebook: a ‘twitterização’

Trending Topics no Facebook em testes

Virou mania, entre os usuários brasileiros, reclamar da ‘orkutização’ do Facebook quando não estavam contentes com alguma novidade ou modismo na rede social de Mark Zuckerberg. Porém, na verdade, o Facebook tem se aproximado cada vez mais do Twitter.

Depois das hashtags, já está em fase de testes no Facebook outra funcionalidade característica do microblog: os tópicos mais comentados (conhecidos como trending topics). Por enquanto chamados de ‘Hot Topics’, ainda não há grande novidade em relação ao que esta função apresenta no Twitter. Porém, em relação ao comum do Facebook, deve gerar ainda mais interação.

Trending Topics Facebook

Os ‘hot topics’ estão sendo testados para alguns usuários do Facebook móvel nos Estados Unidos. A ferramenta, equivalente ao trending topics no Twitter, fica no topo da página do feed de notícias. Ali, você pode conferir o que seus amigos estão falando sobre os assuntos mais importantes do momento e, também, o que os demais usuários da rede social comentam sobre os mesmos tópicos.

Não é segredo que a rede social número um do mundo tornou o MSN Messenger obsoleto ao consolidar seu chat próprio. Portanto, não é surpresa pensar que a estratégia de Zuckerberg e cia seja pegar para si boa parte da fatia dos usuários do Twitter.

O Facebook quer agregar ao seu objetivo tradicional de aproximar amigos e pessoas com interesse em comum, a possibilidade de ser o local para se informar e buscar as novidades da hora. Ou seja, função básica do Twitter para maior parte de seus usuários.

É bom lembrar que não são todas as novidades postas em testes no Facebook que se tornam efetivas na rede social. Mas, levando em conta o ritmo das últimas inclusões de funcionalidades, em breve os tópicos mais comentados devem estar disponíveis para todos os usuários.

Opinião: assim como Google+ implanta diversas funcionalidades ‘copiadas’ do Facebook na busca de mais (e diferentes tipos de) usuários, o Facebook está fazendo o mesmo com o Twitter.

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Por Felipe Pereira
Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.
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Mudanças nas regras do e-commerce no Brasil

Mudanças nas regras do e-commerce no Brasil exige adaptação de lojas virtuais

Desde o dia 14 de maio passaram a valer as novas regras para o e-commerce no Brasil. As novidades pretendem trazer maior clareza ao consumidor, que reclama da falta de informação sobre fornecedores, produtos e sobre as condições de pagamento, entre outras queixas.

Para os empreendedores do comércio eletrônico é necessária a adequação de seus sites e dos procedimentos de atendimento ao consumidor. Em caso de descumprimento das normas, poderá sofrer com multas e, até mesmo, com a interdição total do estabelecimento virtual.

e commerce

A maior parte das novas exigências já era atendida pelos sites. Os comerciantes devem ter maior atenção às novas maneiras de atendimento ao consumidor. Em especial aos prazos de resposta às solicitações dos clientes.

Questões importantes em termos logísticos não foram consideradas pela nova lei, caso da devolução de produtos digitais como downloads, se houver o exercício do direito de arrependimento.

Confira as principais mudanças:

Todas as páginas de sites de e-commerce deverão exibir o CNPJ da empresa ou o CPF da pessoa responsável pelas atividades comerciais da loja.

Também deve constar o endereço físico e eletrônico da loja. Esses endereços deverão estar aptos a dar respostas e informações para qualquer pessoa, empresa ou ente oficial.

As ofertas devem apresentar uma descrição com as características do produto, citando possíveis alertas de saúde e segurança. Além disso, apontar a disponibilidade dos itens e se há qualquer tipo de restrição aplicada ao consumidor.

O preço tem de englobar qualquer despesa adicional com entrega ou com juros e seguros que venham a interferir no valor final.

É obrigação informar todas as modalidades de pagamento, qual o prazo para utilizar o serviço ou entregar o produto.

Os sites de compras coletivas são obrigados a indicar a quantidade mínima de consumidores para efetivação do contrato, bem como os prazos de utilização da oferta pelo consumidor e identificação completa do fornecedor responsável pela efetivação do que foi contratado.

Também se tornou obrigatória a apresentação do sumário do contrato antes da contratação, bem como fornecer ferramentas eficazes ao consumidor para identificação e correção imediata de erros ocorridos nas etapas anteriores à finalização da contratação.

É dever, também, confirmar imediatamente o recebimento da aceitação da oferta, deixando disponível o contrato ao consumidor em meio que permita sua conservação e reprodução, imediatamente, após a contratação.

Outra obrigatoriedade é manter o serviço adequado e eficaz em atendimento em meio eletrônico, que possibilite ao consumidor a resolução de demandas referentes à informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato e confirmar imediatamente o recebimento das demandas do consumidor, pelo mesmo meio empregado pelo cliente.

É indispensável, também, a utilização de mecanismos de segurança eficazes para pagamento e para tratamento de dados do consumidor.

 

Avanços da Publicidade Online

Publicidade Online exige monitoramento e atenção constantes

A publicidade online avança em progressão geométrica. Mas nem todos percebem a diversidade de possibilidades existentes no marketing digital. Apostam, ainda, nas formas mais tradicionais da publicidade na internet, casos de banners e pop-ups em portais com grandes acessos.

Mesmo nas redes sociais, algumas marcas ainda estão apegadas ao marketing tradicional dentro da rede de computadores. E, mesmo que estejamos em um mercado aquecido, os que apostarem em maneiras mais ousadas de comunicação – adequadas com a realidade da web – terão retorno maior em suas campanhas.
O posicionamento de uma marca na web é fundamental para seu sucesso, e levando-se em consideração o público majoritário da internet, o ideal é uma linguagem que fuja do comum, surpreenda e conquiste pela inovação.

Quando agir?

As retrações e/ou estagnações neste mercado devem acontecer justamente para aqueles que não corresponderem à altura ao estilo de publicidade exigido pelo mercado consumidor online.
Para impedir isso é necessária a atenção, dia e noite, ao comportamento dos clientes. Em especial ficar atento com os comportamentos nas redes sociais, que no Brasil tem uma força superior em relação aos demais países.
O termômetro nas interações em redes sociais indicam, com precisão, o rumo no relacionamento dos brasileiros no mundo virtual com as marcas, as quais, querendo ou não, estão presentes nessa esfera e precisam, cada vez mais, de atenção na gestão desse tipo de publicidade para que os resultados sejam obtidos com ações precisas e nos momentos apropriados em cada um dos segmentos onde há investimento.

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Por Felipe Pereira.
Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.>
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Hashtag no Facebook é só o começo!

As hashtags já estão em uso, em escala mundial, no Facebook. Primeiro a novidade foi testada na casa da rede social, os Estados Unidos e, com a aceitação demonstrada, as #’s agora estão disponíveis a todos os participantes do empreendimento de Mark Zuckerberg.

hashtag-no-facebook

Não pense que as novidades em termos de busca de conteúdos dentro do próprio Facebook e a consequente maior troca de informações entre usuários da ferramenta social ficarão na possibilidade de utilização das hashtags. Os desenvolvedores do Facebook já avisaram que os próximos meses serão repletos de novidades nesse sentido.

Outra ferramenta lançada, ainda em fase de instalação completa, é a possibilidade de comentar status com fotos. A ideia é que isto seja feito também através do Facebook móvel. Por enquanto os usuários da versão para celular da rede social podem, apenas, visualizar. Ainda não conseguem postar imagens utilizadas como comentários.

Ajudar a descobrir as conversas que ocorrem via rede social no mundo inteiro são a justificativa apontada para essa guinada de Zuckerberg & cia. No entanto, o verdadeiro motivo, lógico, é comercial. Dados do próprio Facebook indicam que, no chamado horário nobre da televisão, o número de americanos online no FB é equivalente aos números de telespectadores do Super Bowl – final da NFL e evento de maior audiência televisiva nos Estados Unidos – entre 88 e 100 milhões de usuários.

O uso das hashtags no Facebook é similar com a utilização das #’s em outras redes, tais como: Twitter, Google+, Tumblr, Instagram e Pinterest. Ou seja, permite a inserção de sua publicação em um contexto, em incluí-la em uma discussão maior etc. Ao clicar em uma hashtag no Facebook você verá um feed com o que outras pessoas e páginas estão comentando sobre o assunto.

Além disso, pode ser feita a busca por uma hashtag específica na barra de pesquisa do Facebook. Também ficarão “clicáveis” as #’s vindas de outros aplicativos e serviços, caso do Instagram.  A composição de postagens também poderá ser feita de forma direta do feed de hashtags ou dos resultados de busca. A utilização de #’s poderá ser controlada pelos usuários no quesito privacidade.

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Por Felipe Pereira
Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.
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