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Criar anúncios e obter resultados fica mais fácil no Facebook

Facebook anuncia mudanças no seu sistema de anúncios

O processo de compra de publicidade agora é iniciado por uma simples pergunta: qual é o objetivo do comercial? A resposta dessa pergunta será a chave mestra para o que será recomendado pela rede social para ser feito em termos de estratégia para os anúncios.

Novidade ao criar Anúncios no Facebook

A rede social de Mark Zuckerberg pretende tornar a propaganda o mais simples possível. O Facebook chama isso de compra de resultados de anúncio baseado em objetivos. Em junho, a ferramenta retirou ofertas online, resultados patrocinados e publicidades em forma de perguntas. Na sequência, foi introduzido um tamanho padrão de imagem que funciona para todos os tipos de anúncios dentro da rede social.

O foco é no objetivo

Uma pesquisa feita entre homens de marketing pelo Facebook demonstrou que os anúncios estavam focados em atingir objetivos determinados, que foram assim relacionados:

– Cliques para o site

– Engajamento em postagens de páginas

– Curtidas nas páginas

– Instalação de aplicativos

– Engajamento em aplicativos

– Visitação física

– Engajamento em eventos

A partir disso, esses objetivos se tornaram o ponto de partida para a formulação de campanhas no Facebook.

Também relacionado ao sucesso dos objetivos está o local onde aparecerá seu anúncio. Ele será colocado no feed de notícias para dispositivos móveis, no feed de notícias para desktops ou na coluna da direita, baseados pelos indicadores da publicação. No entanto, agora é possível escolher onde seu anúncio aparecerá, tornando a publicidade sob medida para quem deseja anunciar.

Por exemplo, quem quiser mais visitas no seu website colocará seu anúncio no feed de notícias para computadores de mesa.

Calculando o impacto do anúncio

Melhorias também foram feitas no mecanismo de controle das publicidades visando mapear de acordo com o objetivo traçado quando da criação do anúncio. Para isso, a ferramenta vai mostrar o objetivo e o número de vezes que este objetivo foi alcançado, bem como o custo para atingir este mesmo objetivo.

Todas essas mudanças buscam, além de facilitar a publicidade no Facebook, torná-la mais efetiva, com a possibilidade de estabelecer metas e analisar posteriormente como e em qual grau esses objetivos foram alcançados.

Fonte: www.facebook.com
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felipeFelipe A Pereira

Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.
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Google Adwords, Analytics e a diferença nos números de visitas

Adwords e Analytics: prováveis motivos para a diferença nas visitas

Uma dúvida toma conta sempre que analisamos os dados de cliques do Google Adwords em conjunto com as estatísticas de visitas do Google Analytics: por que os números não conferem? Na teoria, as duas informações deveriam manter uma coerência. Mas, na prática, não é o que acontece.

Essa diferença gera questionamento por parte dos clientes, que não entendem a não correspondência destes números. E essas perguntas não são à toa. Afinal, causa um desconforto essa não concordância entre números que servem para a análise do trabalho e de feedback e para a tomada de decisão.

Antes de nos aprofundarmos no assunto, é necessário delimitar o que é o clique no Adwords e a visitação no Analytics. No primeiro caso, o clique é configurado quando o anúncio de uma campanha recebe um clique. Já no Google Analytics a visita é a interação entre um browser (navegador) e um site que, em caso de fechamento do navegador ou inatividade por mais de 30 minutos, acarreta em finalização da visita.

As razões de termos mais cliques do que visitas

Cada clique do usuário conta para o Adwords e um usuário pode clicar diversas vezes no mesmo anúncio. Enquanto isso, apenas uma visita será contabilizada no espaço de meia hora. Outro caso é o do visitante que não espera o carregamento da página, seja por qual motivo. Nesse caso, a visita não contará e apenas o clique entra na estatística e o anúncio será cobrado.

Também quanto ao problema do tempo de carregamento da página podem ser geradas mais visitas, caso haja o ‘refresh’ da página que estava na espera para abrir. Nesse caso, apenas uma visita será relacionada com o Adwords e mais visitas acionadas pelo Google Analytics.

Outra possibilidade é quando a pessoa, ou robô, que visita diversas vezes a página. Nesse caso, há possibilidade de tratar-se de um concorrente ou proprietário(s). Esses cliques fraudados também não são contabilizados como visitas, mas geram cliques. Erros na ‘tag’ da página de destino e pessoas que navegam com o JavaScript e/ou cookies desativados não geram número de visita.

Existem também redirecionamentos fraudulentos, quando o usuário chega sem querer na página, sem obviamente terminar de carregá-la. Isto gerará, também, clique sem visita. Se um redirecionamento acontece entre a URL contida no AdWords e a página na qual o visitante chegou depois de clicar no anúncio, o Analytics pode não reconhecer os dados do AdWords.

Também os casos de campanha vinculada a conta de Analytics que tem mais anúncios que redirecionam para outros sites e congestionamento de rede geram um maior número de cliques em relação ao número de visitações.

Motivos para o aumento de visitas

Depois de uma clique o usuário pode salvar a página na barra de favoritos e seguir visitando em outras sessões o site sem gerar novos cliques e ampliando o número de visitações. Há também a discrepância entre o filtro de Adwords e Analytics para cliques, o segundo é menos rigoroso. Já o primeiro, em virtude da fatura é mais rigoroso com cliques inválidos.

Geralmente, a diferença entre cliques e visitas pode alcançar até 30%. Obviamente, um trabalho atento e apurado identifica as entrelinhas e números nem tão precisos.

IMPORTANTE: vincule as contas do Adwords e do Analytics do site que você está monitorando. Esse passo é básico para resolveres essa e outras questões:

É necessário ficar de olho nas diferenças trazidas pelas estatísticas dessas duas ferramentas e nas particularidades de cada uma delas!

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felipeFelipe A Pereira

Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.
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Trending Topics no Facebook: a ‘twitterização’

Trending Topics no Facebook em testes

Virou mania, entre os usuários brasileiros, reclamar da ‘orkutização’ do Facebook quando não estavam contentes com alguma novidade ou modismo na rede social de Mark Zuckerberg. Porém, na verdade, o Facebook tem se aproximado cada vez mais do Twitter.

Depois das hashtags, já está em fase de testes no Facebook outra funcionalidade característica do microblog: os tópicos mais comentados (conhecidos como trending topics). Por enquanto chamados de ‘Hot Topics’, ainda não há grande novidade em relação ao que esta função apresenta no Twitter. Porém, em relação ao comum do Facebook, deve gerar ainda mais interação.

Trending Topics Facebook

Os ‘hot topics’ estão sendo testados para alguns usuários do Facebook móvel nos Estados Unidos. A ferramenta, equivalente ao trending topics no Twitter, fica no topo da página do feed de notícias. Ali, você pode conferir o que seus amigos estão falando sobre os assuntos mais importantes do momento e, também, o que os demais usuários da rede social comentam sobre os mesmos tópicos.

Não é segredo que a rede social número um do mundo tornou o MSN Messenger obsoleto ao consolidar seu chat próprio. Portanto, não é surpresa pensar que a estratégia de Zuckerberg e cia seja pegar para si boa parte da fatia dos usuários do Twitter.

O Facebook quer agregar ao seu objetivo tradicional de aproximar amigos e pessoas com interesse em comum, a possibilidade de ser o local para se informar e buscar as novidades da hora. Ou seja, função básica do Twitter para maior parte de seus usuários.

É bom lembrar que não são todas as novidades postas em testes no Facebook que se tornam efetivas na rede social. Mas, levando em conta o ritmo das últimas inclusões de funcionalidades, em breve os tópicos mais comentados devem estar disponíveis para todos os usuários.

Opinião: assim como Google+ implanta diversas funcionalidades ‘copiadas’ do Facebook na busca de mais (e diferentes tipos de) usuários, o Facebook está fazendo o mesmo com o Twitter.

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Por Felipe Pereira
Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.
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Mudanças nas regras do e-commerce no Brasil

Mudanças nas regras do e-commerce no Brasil exige adaptação de lojas virtuais

Desde o dia 14 de maio passaram a valer as novas regras para o e-commerce no Brasil. As novidades pretendem trazer maior clareza ao consumidor, que reclama da falta de informação sobre fornecedores, produtos e sobre as condições de pagamento, entre outras queixas.

Para os empreendedores do comércio eletrônico é necessária a adequação de seus sites e dos procedimentos de atendimento ao consumidor. Em caso de descumprimento das normas, poderá sofrer com multas e, até mesmo, com a interdição total do estabelecimento virtual.

e commerce

A maior parte das novas exigências já era atendida pelos sites. Os comerciantes devem ter maior atenção às novas maneiras de atendimento ao consumidor. Em especial aos prazos de resposta às solicitações dos clientes.

Questões importantes em termos logísticos não foram consideradas pela nova lei, caso da devolução de produtos digitais como downloads, se houver o exercício do direito de arrependimento.

Confira as principais mudanças:

Todas as páginas de sites de e-commerce deverão exibir o CNPJ da empresa ou o CPF da pessoa responsável pelas atividades comerciais da loja.

Também deve constar o endereço físico e eletrônico da loja. Esses endereços deverão estar aptos a dar respostas e informações para qualquer pessoa, empresa ou ente oficial.

As ofertas devem apresentar uma descrição com as características do produto, citando possíveis alertas de saúde e segurança. Além disso, apontar a disponibilidade dos itens e se há qualquer tipo de restrição aplicada ao consumidor.

O preço tem de englobar qualquer despesa adicional com entrega ou com juros e seguros que venham a interferir no valor final.

É obrigação informar todas as modalidades de pagamento, qual o prazo para utilizar o serviço ou entregar o produto.

Os sites de compras coletivas são obrigados a indicar a quantidade mínima de consumidores para efetivação do contrato, bem como os prazos de utilização da oferta pelo consumidor e identificação completa do fornecedor responsável pela efetivação do que foi contratado.

Também se tornou obrigatória a apresentação do sumário do contrato antes da contratação, bem como fornecer ferramentas eficazes ao consumidor para identificação e correção imediata de erros ocorridos nas etapas anteriores à finalização da contratação.

É dever, também, confirmar imediatamente o recebimento da aceitação da oferta, deixando disponível o contrato ao consumidor em meio que permita sua conservação e reprodução, imediatamente, após a contratação.

Outra obrigatoriedade é manter o serviço adequado e eficaz em atendimento em meio eletrônico, que possibilite ao consumidor a resolução de demandas referentes à informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato e confirmar imediatamente o recebimento das demandas do consumidor, pelo mesmo meio empregado pelo cliente.

É indispensável, também, a utilização de mecanismos de segurança eficazes para pagamento e para tratamento de dados do consumidor.

 

Avanços da Publicidade Online

Publicidade Online exige monitoramento e atenção constantes

A publicidade online avança em progressão geométrica. Mas nem todos percebem a diversidade de possibilidades existentes no marketing digital. Apostam, ainda, nas formas mais tradicionais da publicidade na internet, casos de banners e pop-ups em portais com grandes acessos.

Mesmo nas redes sociais, algumas marcas ainda estão apegadas ao marketing tradicional dentro da rede de computadores. E, mesmo que estejamos em um mercado aquecido, os que apostarem em maneiras mais ousadas de comunicação – adequadas com a realidade da web – terão retorno maior em suas campanhas.
O posicionamento de uma marca na web é fundamental para seu sucesso, e levando-se em consideração o público majoritário da internet, o ideal é uma linguagem que fuja do comum, surpreenda e conquiste pela inovação.

Quando agir?

As retrações e/ou estagnações neste mercado devem acontecer justamente para aqueles que não corresponderem à altura ao estilo de publicidade exigido pelo mercado consumidor online.
Para impedir isso é necessária a atenção, dia e noite, ao comportamento dos clientes. Em especial ficar atento com os comportamentos nas redes sociais, que no Brasil tem uma força superior em relação aos demais países.
O termômetro nas interações em redes sociais indicam, com precisão, o rumo no relacionamento dos brasileiros no mundo virtual com as marcas, as quais, querendo ou não, estão presentes nessa esfera e precisam, cada vez mais, de atenção na gestão desse tipo de publicidade para que os resultados sejam obtidos com ações precisas e nos momentos apropriados em cada um dos segmentos onde há investimento.

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Por Felipe Pereira.
Administrador de Empresas e fundador da Intermidia Brasil.>
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