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Metade dos acessos ao e-mail corporativo será móvel até 2016.

e-mail corporativo será móvelEstudo diz também que até 2015 o desenvolvimento de apps móveis superarão os de PCs a uma taxa de quatro para um.

O Gartner divulgou nesta terça-feira, 3, suas previsões para os próximos anos na área de tecnologia da informação no mundo.
Entre os principais prognósticos dos analistas do instituto de pesquisa, está o de que até 2016 pelo menos 50% dos usuários de e-mail corporativo dependerão primariamente de um smartphone, tablet ou outro dispositivo móvel para acessar o serviço, ficando a outra metade para a conexão via desktop.

Ainda de acordo com o estudo, até 2015 os projetos de desenvolvimento de aplicações voltadas para smartphones e tablets superarão os projetos nativos de PCs a uma taxa de quatro para um.

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Nuvem

A comunicação pela nuvem (cloud computing) também crescerá muito, segundo o Gartner. Até 2015, os serviços de nuvem de baixo custo canalizarão até 15% do faturamento das maiores empresas.

E, para quem pensa que há grande risco de segurança no armazenamento de dados importantes na nuvem, até o final de 2016 mais de 50% das companhias do ranking Global 1000 terão estocados os dados confidenciais dos clientes na nuvem pública.

Isso fará com que, nos próximos três anos, seja incluída nos preços de 80% dos serviços de nuvem uma sobretaxa referente ao gasto de energia.

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Fonte: http://exame.abril.com.br

E-mail Marketing deve chegar a US$ 2 bilhões em 2014

E-mail MarketingO e-mail marketing é ainda mais forte em mercados onde a internet e o comércio eletrônico estão em fase de amadurecimento.

Em tempos de investimentos massivos em publicidade nas redes sociais, o e-mail ainda consegue resistir como ferramenta de marketing para produtos e serviços de empresas globais. Os gastos mundiais com ferramentas de e-mail marketing devem passar de US$ 1,3 bilhão, valor registrado em 2010, para cerca de US$ 2 bilhões em 2014, segundo dados da consultoria Forrester Research.Os investimentos são menores do que os feitos em publicidade em sites como Facebook, Twitter ou Google+ – em anúncios laterais ou posts pagos, por exemplo-, de US$ 5 bilhões, segundo a Deloitte. Mas o crescimento do e-mail marketing ao longo dos próximos dois anos mostra que a ferramenta não está morrendo com a ascensão desses sites, como era previsto.

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“Com o crescimento da comunicação entre marcas e consumidores nas redes sociais, muitos acreditaram que o e-mail marketing iria morrer, mas isso não acontecerá tão cedo”, diz Adrian Drury, da consultoria britânica Ovum. Segundo o especialista, a principal explicação está no fato de que a publicidade em redes sociais é mais utilizada para atrair consumidores para o primeiro contato com a marca, enquanto o e-mail marketing é usado para manter o relacionamento já criado entre empresa e cliente. A rentabilidade é outro ponto a favor do e-mail marketing. Números globais da Direct Marketers Association mostram que para cada dólar investido na ferramenta –algo em torno de R$ 1,95–, há retorno de US$ 44,25 (R$ 86) em novas vendas. No Brasil, o custo de envio de cerca de 100 mil mensagens por mês é de R$ 700, segundo a empresa paulistana de marketing digital Akna.

INTERNET EM ALTA

O e-mail marketing é ainda mais forte em mercados onde a internet e o comércio eletrônico estão em fase de amadurecimento. Nesses países, ele assume a forma de “porta de entrada” para as lojas virtuais, ao lado de ferramentas de busca. Em novembro, no Brasil, o e-mail marketing gerou 9,3% do tráfego de todas as lojas virtuais e sites de classificados, segundo dados da Serasa Experian e da Hitwise – crescimento de 27%. Nesse mesmo período, as redes sociais foram responsáveis por 8,6% do tráfego, alta de 18,2%.

Nos Estados Unidos, onde as vendas virtuais já estão consolidadas, as redes sociais superaram o e-mail marketing, com 7% de participação no tráfego, ante 6,6% do e-mail marketing, segundo as mesmas fontes. “O e-mail mantém a característica de ser o contato privado entre empresa e consumidor. Nem sempre o usuário do Facebook está disposto a curtir uma página de um produto que comprou e mostrar isso para todos os seus amigos”, diz Juliano Marcílio, presidente da unidade de serviços de marketing da Experian na América Latina.

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Fonte: www.cidademarketing.com.br

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