IBr Agência Digital | Blog

Justiça brasileira define que serviços de streaming de música paguem direitos autorais ao ECAD

Justiça brasileira define que serviços de streaming de música paguem direitos autorais ao ECAD

 

Devido a uma recente decisão do Superior Tribunal de Justiça brasileiro, os serviços de streaming de música presentes no Brasil como Spotify, Deezer, Apple Music e demais serviços deverão pagar direitos autorais para a reprodução dos conteúdos de áudio.

“O entendimento dos ministros é que a transmissão via Internet é um novo fato gerador da arrecadação de direitos autorais pelo Ecad, pois se trata de exibição pública da obra musical”, afirmou o STJ através de um comunicado.

O ministro Villas Cueva, que acolheu o recurso do ECAD disse que 9.610\98 assegura o direito autoral sendo considerado local de frequência coletiva quaisquer lugares onde houver a reprodução de obras musicais, independente de quantas pessoas estiverem presentes.

Cuevas ainda reforçou dizendo que esse entendimento já é colocado em prática na maioria dos demais países, levando em consideração que o simples fato de um serviço disponibilizar obras com registro autoral caracteriza execução pública das obras musicais envolvidas gerando a obrigatoriedade de pagamentos de direitos autorais.

.

Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
Converse comigo no Twitter, no Facebook e no Google+!

YouTube libera recurso de transmissão ao vivo

YouTube libera recurso de transmissão ao vivo

Todo mundo sabe que o YouTube é o pioneiro se tratando de reprodução de vídeos pela internet. Contudo, Facebook, Instagram e Twitter passaram a disponibilizar o recurso de transmissão ao vivo, gerando concorrência para o YouTube, que percebendo a ameaça liberou o recurso de transmissões ao vivo na última semana.

A nova ferramenta não poderá ser utilizada por qualquer usuário como nas demais redes sociais citadas. Para realizar a transmissão será necessário possuir um canal com pelo menos 10 mil inscritos.

Além das transmissões, o Google também liberou o chamado “Super Chat”, que permitirá que os usuários paguem para o canal para que seus comentários sejam visualizados destacados dos demais e apareçam sempre no topo do chat. Essa opção está disponível apenas em 20 países inicialmente, e o valor a ser cobrado será definido pelo próprio administrador do canal.

.

Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
Converse comigo no Twitter, no Facebook e no Google+!

A roda viva da mídia

Papo de CEO discutiu estratégias para impressos e expansão de novas fontes de receita, como eventos; painel sobre reinvenção dos meios analisou multiplicidade de canais

Apontar caminhos para os quais os publishers e profissionais da mídia devem seguir se tornou tarefa das mais árduas. Afinal, além da natural imprevisibilidade da evolução dos gostos e hábitos dos consumidores, a tecnologia vem, ano após ano, dando a aparelhos, objetos e até mesmo às pessoas status de veículo de comunicação.

Cientes desse cenário, a cada pausa para reflexão acerca dos desafios e oportunidades do setor, os dirigentes das empresas de comunicação reconhecem que, ao definir as estratégias de negócios, é necessário também tentar redefinir o conceito da palavra mídia em um mundo onde as barreiras que separam o emissor do receptor se fragilizam. Foi dessa maneira que representantes de alguns dos maiores veículos do País desenvolveram o Papo de CEO, tradicional painel do MaxiMídia conduzido por José Carlos de Salles Gomes Neto, presidente do Grupo Meio & Mensagem. O encontro deste ano teve a participação de Eduardo Sirotsky Melzer, presidente do Grupo RBS, Marcello Moraes, diretor-geral da Infoglobo, e Fabio Barbosa, presidente da Abril Mídia.

Em comum, esses executivos têm a missão de conduzir os negócios de uma das mais desafiadoras áreas da mídia atual: a impressa. Fazer a transição para a aera multiplataforma, preservando a credibilidade e força que construíram a reputação de jornais e revistas, é uma importante missão do meio, seja para benefício dos leitores ou dos anunciantes.

Todos os dirigentes estão convictos de que há um futuro para a mídia impressa. “Os jornais têm vida longa. Noventa por cento da nossa receita ainda vem do papel. Essa fatia vai ser predominante, no mínimo, pelos próximos dez anos”, calculou Marcello Moraes, da Infoglobo. “Nos últimos anos investimos R$ 110 milhões em tecnologia e na qualificação de nossos produtos impressos. Isso só é possível porque acreditamos em nossas marcas e os leitores também”, frisou Sirotsky, da RBS. Fábio Barbosa citou o modelo tradicional de assinaturas como prova maior de credibilidade que os leitores conferem às revistas. “As pessoas pagam antecipadamente por um conteúdo que nem sabem como será. Não há maior confiança do que essa”, afirmou o presidente da Abril Mídia.

Ainda assim, os CEOs destacaram que os investimentos nas plataformas digitais e em formatos diferenciados para o mercado publicitário (como eventos e outras ações) são tratados como prioridade em seus veículos. Para eles, é fundamental também que o mercado reveja os atuais parâmetros de medição de público leitor. “Não é mais certo contabilizar nosso alcance apenas pelos dados de circulação porque o leitor está conosco em vários lugares. É importante que os anunciantes possam compreender qual é a nossa real audiência, independentemente da plataforma”, salientou Moraes, da Infoglobo.

Tratar os veículos como uma marca e não mais como um jornal, revista ou site também foi algo defendido por todos os debatedores. “Nunca tivemos tantos leitores e tanta audiência como agora. É preciso, aos poucos, encontrar meios para monetizar todos esses canais de relacionamento”, argumentou Fábio Barbosa. A premissa inquestionável, na opinião de todos, é que apenas o exercício jornalístico de qualidade é capaz de viabilizar qualquer estratégia de comunicação e garantir a vida longa ao setor.

Para onde vão as verbas?

Enquanto os desafios dos veículos vão crescendo diante de um público multitela, para agências e anunciantes também aumenta a dificuldade em selecionar os canais mais adequados para divulgar as mensagens das marcas. Essa discussão permeou um painel que reuniu Luca Cavalcanti, diretor de canais digitais do Bradesco, Daniel Chalfon, presidente do Grupo de Mídia e sócio e vice-presidente de mídia da Loducca, e Flávia Verginelli, diretora de produtos e soluções do Google para a América Latina.

Ao defender que tudo que se relaciona com algum conteúdo é uma mídia, desde smartphones até mesmo as pessoas, Chalfon alertou que, o mercado se vê diante de inovações que são reedições de formatos comerciais do passado. “Novas ferramentas vêm sendo criadas e o papel do mídia será o de escolher onde direcionar as verbas com um leque de opções cada vez maior. Mas muitos conceitos já existiam. O branded content de hoje já existia no tempo do Repórter Esso”, lembrou.

A tecnologia como motor de transformação do cenário da mídia também foi tratada no debate. Embora reconheça que a função principal de uma mídia é fomentar negócios, Flávia declarou que as inovações não devem se limitar a isso. “O Google cria e descontinua inúmeros projetos todos os dias. O importante é experimentar e criar ferramentas que podem causar impacto positivo na vida das pessoas. O Google Glass é um exemplo disso. Se puder ser rentabilizado, certamente será. Mas esse não foi o propósito inicial do Google”, explicou. Já Luca Cavalcanti observou que, para o anunciante, o mais importante para as marcas é saber gerar conversas. “Somos empreendedores globais de informação e o relacionamento com o cliente deve estar vivo em todos os canais. Cabe às empresas reconhecer seus diferenciais competitivos e aproveitar o novo universo de negócios que se abre”, declarou.

Texto da Bárbara Sacchitiello, no Meio & Mensagem – Edição 1631.
.
Felipe de Andrade Pereira
Felipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. 
Autor do livro Marketing e Comunicação Digital
Converse comigo no Twitter, no Facebook e no Google+!

.

.

Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
Converse comigo no Twitter, no Facebook e no Google+!

Como utilizar negrito, itálico e tachado no Whatsapp

Como utilizar negrito, itálico e tachado no Whatsapp

Seriam sublinhado e ‘mudar de cor’ as próximas novidades?

Para quem chegou a utilizar o falecido MSN, mensageiro da Microsoft, as novidades até que demoraram a surgir, não é mesmo? Pois bem, essa semana foi disponibilizada uma nova atualização para o WhatsApp, liberando o uso das opções negrito, itálico e tachado.

Para fazer uso dessa nova funcionalidade:

Para utilizar o negrito: quando postar escreva asterisco entre as palavras, *assim*
Para utilizar o itálico: quando postar escreva underline entre as palavras, _assim_
Para utilizar o tachado: quando postar escreva til entre as palavras, ~assim~

Negrito, itálico e tachado no WhatsApp

Negrito, itálico e tachado no WhatsApp

Seguindo a evolução, logo teremos alguns outros itens interessantes nas próximas atualizações. O WhatsApp sempre se preocupou com a experiência dos seus usuários e no dinamismo na troca de mensagens, não deixando de lado a forma direta, rápida e prática que o aplicativo disponibiliza para as conversas dos seus usuários.

Por razões óbvias, a outra pessoa da sua conversa somente poderá ver os conteúdos em negrito, itálico e tachado se ela também já possuir a última versão do app instalada.

Acredito que, muito em breve, a possibilidade de sublinhado também será inserida no aplicativo. No entanto, duvido muito que a opção de mudar as cores do texto – muito comentada por grande parte dos usuários – venha a ocorrer.

Abraço e até a próxima!!!!

.

Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
Converse comigo no Twitter, no Facebook e no Google+!

“Curti uma fanpage no Facebook mas não recebo as postagens!”

É comum as pessoas pensarem que todos seus conteúdos postados nas páginas aparecem no feed de notícias dos seguidores e curtidores dela. No entanto, esse “aparecer” para o seguidores (o chamado Alcance Orgânico) tem diminuído cada vez mis, uma vez que a quantidade de páginas no Facebook aumenta. Um usuário do Facebook curte e segue, em média, 95 páginas (isto em janeiro/2017), imagine se todas elas fizerem postagens diariamente: de que forma o Facebook faria para mostrar esses conteúdos todos para os seguidores? É impossível!

Para “resolver o problema” o Facebook aplica o seu algoritmo, o edge rank, que classifica o grau de relacionamento que você tem com aquela página em questão.

Essa classificação, por sua vez, vai definir qual tipo de conteúdo e quantas vezes ele será mostrado no seu feed de notícias.

Se você precisa visualizar os conteúdos de determinada página, a dica é que você marque o “ver primeiro”, nas opções passando o mouse pelo botão Curtir e/ou, ainda, marque o “obter notificações”. Dessa forma você, logo que abrir seu app no smartphone ou acessar no computador, receberá notificações e verá as postagens no topo do seu feed de notícias, com prioridade em relação aos demais conteúdos do feed.

Se você administra fanpages, fica uma dica importante: ou promova suas postagens, ou comece a trabalhar mais na relevância do seu conteúdo, pois a interatividade delas influenciará em quantos fãs o Facebook irá dar prioridade quando você tornar a postar.

Postagens sem envolvimento derrubam sua relevância. Se for para postar “por postar”, não poste! =D

.

Felipe de Andrade PereiraFelipe A Pereira

Administrador de Empresas, fundador e CEO da Intermidia Brasil. Autor do livro Marketing e Comunicação Digital: a internet otimizando negócios
Converse comigo no Twitter, no Facebook e no Google+!