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Usuários do Facebook, não usem a palavra Book!

Facebook

Que a privacidade é o assunto do momento no mundo das redes sociais todos já sabemos. E será que as pessoas já pararam para pensar sobre a privacidade das companhias? De suas marcas e logos?

Isso é algo que o Facebook está atento. Em uma recente revisão de sua Statement of Rights ans Responsabilities (Declaração de Direitos e Responsabilidades), constará que os titulares de contas não poderão mais usar a palavra “Book”.

Isso mesmo, o Facebook está tentando registrar marca na palavra “Book”.

Se estas revisões forem aprovadas os usuários que aderirem ao Facebook estarão aceitando não usar esta palavra quando acessarem suas contas. Todavia, esta é apenas uma mudança “sutil” na atual lista de termos que os usuários não podem usar sob a atual Declaração de Direitos e Responsabilidades.

“Você não deve usar nossos direitos autorais ou marcas registradas (incluindo Facebook, os logotipos Facebook e F, FB, Face, Cutucar, Mural e 32665), ou qualquer marca semelhante que possa causar confusão, sem nossa permissão por escrito.” Diz a atual Declaração de Direitos e Responsabilidades.

A nova revisão inclui a palavra “Book” e remove a “32665” (que é o numero usado para atualizar seu perfil por SMS).

De acordo com o site de tecnologia ARS Techinica, que foi o primeiro a reportar esta notícia, o Facebook tem 73 marcas registradas ativas listadas pela U.S. Patent and Trademark Office. Incluíndo a letra “F”, “Face”, “FB”, “Facepile” e “Friendfeed”. “Book”, por enquanto, não está na lista ainda.

Caso queira dar uma olhada na Declaração de Direitos e Responsabilidades do Facebook, clique aqui.

Insistência e excesso de propaganda afastam um terço dos internautas dos perfis corporativos

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos descobriu que 52% dos consumidores norte-americanos maiores de 16 anos já se escreveram para receber novidades, seguiram o perfil ou ainda “curtiram” a página de uma empresa. Mas, apesar do número alto, quase um terço desses internautas desiste de manter o contato.

O estudo, feito pela Research Revelation, empresa de marketing especializada em pesquisas, escutou 1.500 consumidores. Eles apontaram o excesso de posts, tweets ou e-mails e a insistência em fazê-los comprar como o maior  motivo para abandonar os perfis das empresas.

Muitos empreendedores investem em perfis de redes sociais por ser um meio fácil de manter contato com muitos consumidores de uma só vez, mas o exagero na hora de falar com os clientes pode fazer com que o investimento em vez de aproximá-los, os afastem definitivamente.

Muitos desses consumidores relataram que, depois de quebrar o vínculo virtual, eles transferem a insatisfação para as lojas físicas, deixando de frequentá-las e de comprar seus produtos. Também foram apontados como motivos para o afastamento a falta de ofertas especiais e de promoções e o pouco interesse em continuar sabendo das novidades da empresa.

 

Fonte: estadao.com.br

Crianças perguntam ao Google, ao invés de seus pais ou professores


De acordo o Daily Mail, os menores de 15 anos parecem caminhar cada vez mais distantes de seus pais, pelo menos quando se refere a fazer perguntas e obter conhecimento.

Crianças perguntam ao Google

De acordo com a publicação britânica, 54% das crianças preferem consultar o Google em vez de perguntar a seus pais ou professores.

Outro detalhe que chama a atenção é que metade das crianças, por volta de 45%, nunca consultaram uma enciclopédia e 19% não sabem o que é um dicionário impresso.

O estudo envolveu 500 crianças e destaca a tecnologia como uma central de respostas. Quase metade das crianças usa o Google pelo menos cinco vezes ao dia.

“Isso não é necessariamente uma coisa ruim. Ela mostra o quão comum é a tecnologia digital para as crianças de hoje e como elas estão confortáveis em usá-la”, disse Dr Pam Waddell, Diretor da Birmingham Science City.

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Fonte: Google Discovery, por Renê Fraga.

Adicionar a lista de interesses no Facebook para organizar seu feed por tópicos

Adicionar a lista de interesses“: hoje o Facebook anunciou que os usuários poderão agrupar paginas e perfis públicos em “Listas de Interesses“, podendo assim filtrar por tópico seu Feed de Notícias.

Os usuários do Facebook já podiam criar listas para organizar seus amigos, mas não havia uma opção para agrupar páginas até hoje.

Os usuários poderão ver um link escrito “Adicionar a lista de interesses” como nas imagens abaixo. Apartir daí os usuários podem se inscrever em listas de outros usários ou criar sua própria. As listas podem incluir páginas, assinaturas e amigos. É possivel também compartilhar essas listas.

adicionar a lista de interesses - Facebook

adicionar a lista de interesses - Facebook

 

Quando os usuários visualizam uma lista, esta aparece como uma versão filtrada do Feed de Notícias, parecido com a lista de amigos.
É um pouco cedo para falar, mas a lista de interesses pode mudar a maneira que as pessoas interagem com histórias de páginas de marcas. Se os usuários virem postagens relacionadas no mesmo tópico, eles podem se engajar mais do que quando virem esses posts entre os amigos e páginas não relacionadas.

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Por Felipe Bing

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Porque seu marketing de conteúdo deve abordar preços

marketing de conteúdo deve abordar preços

Você abertamente divulga seus preços em seu site?

Sabemos que se procurarmos o bastante, nós eventualmente encontraremos o que estamos procurando. E isso inclui preços de qualquer produto ou serviço.
Apesar desta realidade muitos sites falham ao abordar algumas das questões mais primordiais que seus clientes e potenciais clientes tem, especialmente quando se trata de “preços”.

 

Mas porque debater preços online?

Recentemente, em uma conferência onde participavam cerca de 100 empresários, foi feita uma pergunta muito simples:

“Quantos de vocês aqui falam sobre preços e custos dos seus produtos e serviços no site de sua companhia?”

E adivinhem quantos levantaram a mão?
Se você respondeu “1”, acertou!

Apenas 1 pessoa de 100, expõe preços em seu site.
Porém aqui vai outra estatística chocante – Quando foi perguntada a este mesmo grupo de empresários, qual a porcentagem de seus clientes que perguntam preços e custos nos primeiros minutos de um contato/conversa, absolutamente todos levantaram a mão.

Surpresos? Claro que não. As pessoas gostam de saber quanto as coisas custam.

Apesar de tudo, a maioria das empresas ao redor do mundo decidiu deixar de lado a questão “preços” em seus sites, por uma variedade de motivos, o mais comum é o medo de perder um prospect antes dele sequer contatar a empresa.
E embora esta manobra tenha funcionado no marketing de 5 ou 10 anos atrás, posso dizer com certeza de que os clientes de hoje não gostam que suas perguntas  primordiais fiquem sem resposta. Além do mais, se você quer entrar de cabeça no marketing de conteúdo e na essência das mídias sociais, deve aprender a abordar cada ponto que o seu cliente pede a sua empresa.

Em outras palavras, se seu cliente esta pensando isso, você deve abordar.
Esta transparência, esta abordagem do senso comum é a essência do marketing moderno.

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Fonte: Social Media Examiner